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Quinta-feira, 30 de Novembro de 2006

REFERENDO

 

 

O Presidente da República anunciou já a data para o REFERENDO sobre o ABORTO

 

Dia 11 de Fevereiro de 2007

Domingo

 

Todos devemos estar bem informados, procurando encontrar oportunidades para recolhermos informação correcta sobre a problemática do aborto!

Espera-se que, em ambiente de serenidade e respeito, cada pessoa se sinta motivada a pronunciar-se sobre a Vida e sua defesa!

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publicado por adavviseu às 10:47

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VIDA: Dom e Desafio!

     

      A ADAV-Viseu, assumindo o seu carácter não-confessional, além de promover as mais variadas iniciativas sobre a defesa e apoio à vida no “arco inteiro” da sua existência, está atenta a outros acontecimentos que promovam a vida e se enquadrem nos princípios que norteiam a associação.

 

       Neste contexto, aproveitamos para dar conhecimento do evento seguinte:

 

 

PAINEL

 

“A VIDA: um DOM e um DESAFIO”

 

15 de Dezembro de 2006

21:00 h

Auditório do Complexo Paroquial

Mangualde

 

 

Temas e intervenientes

A Igreja perante a vida

D. Ilídio Leandro

 

A medicina e a Vida

Prof. Dr. Alves de Moura

 

Uma nova Vida: problemas e desafios

Dr. Luís Marques

 

Escolher a Vida: emoções e razão

Prof. Dr. Carlos Ramalheira

 

Moderação:

Dr. Pedro Monteiro

 

Conclusões:

Pe. Pinto Lobinho

 

Organização:

Zona Pastoral de Mangualde,

Nelas e Carregal do Sal

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publicado por adavviseu às 00:19

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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2006

Poema "Vozes no Vento"

 

Voz no vento

Uma voz que a alma habita
Atravessa deserto e mar
Uma voz que no vento grita
E que não posso calar

Traz-me o som dos ficaram
Lá na terra de ninguém
Murmúrios dos que tombaram
No ventre da própria mãe

Porque ter como inimigo
Um inocente por perigo
Fruto de amor e afeição?

Ainda que pudesse calar
Esta voz no vento a bradar
Não calava o vento, não!

 

Nita Ferreira

 

publicado por adavviseu às 18:51

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VOCAÇÃO À VIDA!

        Tendo presente a filosofia da ADAV-Viseu e a orientação estatutária que a concretiza, não podemos deixar de encontrar na Nota Pastoral do Bispo de Viseu orientações, que antes de serem estritamente religiosas são, de facto, reflexões de carácter puramente humano e científico.

        Trata-se dum texto que merece ser lido por todos quantos sentem a vida como um dom, uma tarefa e um desafio!

        Por isso, agradecendo, aqui fazemos a publicação.

 

 

 

Vocação à Vida



1. A vida emerge na forma de uma célula. É fruto de uma vocação que começa com o início da existência, anterior, na vontade do Criador, à própria consciência dos Pais biológicos, incapazes de criarem a vida e de serem seus autores. Esta célula, fruto da união de amor entre um homem e uma mulher, introduz-se no seu espaço natural, intra-uterino, mas não se dilui nem se confunde com o líquido envolvente. É preenchida pelo ADN, capaz de se reproduzir a si própria, subdividindo-se: 2 / 4 / 8 / 16 / 32… Esta célula esférica começa e aprende a conhecer o “mundo” à sua volta. É uma célula viva que “negoceia”, com o exterior, a sua própria sobrevivência. Porque tem a vocação de viver e de se multiplicar, subdivide-se sem morrer, dando origem sempre a células vivas, a constituir um organismo vivo (podem ser mais do que um – gémeos).


O ser humano procede de uma única célula. Cada um de nós já foi, um dia, uma única célula, isolada, irrepetível, habitando um meio líquido… Em 9 meses, esta única célula percorre, no tempo, o que a espécie humana percorreu em 9 milhões de anos, uma vez que a espécie humana foi sempre evoluindo ao longo destes milhões de anos. O zigoto, desde a fecundação, imediatamente desde a união do espermatozóide com o óvulo, contém toda a informação genética do ser humano que vai nascer, na história actual, precisamente no hoje do desenvolvimento civilizacional.

 
O ser humano começa por ser tão simples (uma única célula!) que somente se vê ao microscópio. Aqui, e com estes meios técnicos, pode fazer-se a primeira apresentação do corpo do homem. Sendo um corpo humano, tem toda a dignidade de um corpo humano… Em qualquer estádio em que se considere o seu desenvolvimento, é um corpo humano, com toda a informação genética do ser humano. Mais nada do exterior vai intervir para acrescentar, melhorar ou modificar esta realidade…


Com toda a evidência científica, nunca pode dizer-se que o “respeito” devido à pessoa humana tem a ver com o “tamanho” ou a idade do seu corpo…



2. Quanto à animação do ser humano deve dizer-se que, no momento em que está constituída a identidade genética (concepção), está constituída a alma “potencialmente”. Quer isto dizer que a “alma” existe no ser humano desde o primeiro momento da sua identidade como corpo, embora o seu exercício vá acontecer bastante mais tarde…


Qualquer lei que tenda a interromper este processo da vida é uma lei abortiva cujo resultado é a morte de um ser humano. Justificar o contrário é ir contra a ciência; é ir contra o direito à vida, defendido na Constituição da República; é reconhecer que o Estado se põe do lado do crime contra os mais frágeis da sociedade; ainda, é ir contra a tendência demográfica, que pede o aumento dos nascimentos.


Apoiar esta lei é negar aos nascituros o direito de nascer; é negar às pessoas com deficiências o direito de apoio e de vida social; é abrir precedentes para a eliminação de todos os que não são contribuintes líquidos para uma sociedade, cada vez mais intolerante e desigual.

 


3. A proposta de referendo prevê que a interrupção deste processo, causando a morte de um ser humano, possa ser a pedido da mulher. Pergunta-se: pode a mulher decidir do seu corpo? Sim, pode. A mulher pode sempre decidir do seu corpo, pela autonomia a que tem direito, para se realizar bem e para se valorizar, como pessoa, na totalidade do seu ‘ser corpo’ e do seu ‘ser pessoa’… Porém, na mulher grávida, existe um outro corpo: autónomo também e independente do seu corpo de mulher. O pai e a mãe são os garantes da vida deste corpo sobre o qual têm “responsabilidade”, mais do que “poder”. As decisões sobre este corpo têm que ser sempre éticas, baseadas nos valores e não na violência e na destruição…


Mas, quem concorda que a mulher seja penalizada? Ninguém quer penalizar a mulher e o Estado deve tornar-se a garantia da realização da mulher e da criança – 2 seres humanos perante os quais o Estado deve intervir em defesa da sua vida e do seu futuro. Porquê não criar condições – tornadas legítimas, conhecidas e apoiadas – para que a mulher que não queira a criança, a entregue e a doe para adopção? Porquê não criar condições para um “banco” de crianças (em vez de outros “bancos” muito mais dispendiosos – de esperma e de embriões), com as inscrições de mães (pais) que as entreguem e pais que as aceitem para adopção? Não seria este um investimento do Estado, no futuro da sociedade e no respeito igual para todos os cidadãos? Ou será a liberalização das leis eliminadoras da vida, a alternativa que o Estado tem para as violências sobre os cidadãos inocentes do nosso país?


Votar SIM no referendo é aceitar esta alternativa como a única; votar NÃO é exigir do Estado e de todos os cidadãos, a defesa justa e a protecção necessária para todos, a começar pelos mais frágeis e pelos mais inocentes.



VISEU, 23 de Novembro de 2006



Ilídio Pinto Leandro

Bispo de Viseu

 

publicado por adavviseu às 18:39

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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2006

SLOGANS ABORTISTAS (V)

 

 

O ABORTO É...

...UM DIREITO HUMANO DA MULHER!

 

Esta afirmação, que vem sendo veiculada pelos lobbys abortistas e vai fazendo carreira nos organismos internacionais, não passa de refinada e hipócrita manipulação.

 

Direitos Humanos, salvo melhor opinião, têm a ver com a Pessoa Humana, consequentemente com o respeito pelas Leis que a Natureza nela inscreveu. E seria absurdo pensar que nos preocupamos com o habitat das rãs, com a conservação dos sobreiros, com a poluição da água que bebemos e do ar que respiramos, com o bem-estar de cães e gatos...e não defendemos a qualidade da nossa Natureza Pessoal. Será que o que é bom para a Natureza dos minerais, vegetais e animais não o é para a Natureza da Pessoa Humana?

Lesar os legítimos direitos de outrem, mesmo que essa decisão, aparentemente, nos favoreça nunca pode ser considerado um Direito e, muito menos Natural. Seria aceitar a Lei da Selva. Mesmo a reducionista definição de liberdade Iluminista defendia que “a minha liberdade termina onde começa a liberdade do outro”. E o aborto nega, à criança não nascida, o direito a existir e à realização pessoal.

Direito Natural da Mulher, próprio da sua Natureza, não é abortar mas poder levar, em condições dignas, uma gravidez até ao fim. E criar essas condições é dever de cidadania e responsabilidade de todos nós.

 

Na minha adolescência convenci-me que a Esquerda agrupava a grande maioria das pessoas com ideais de justiça social, de solidariedade, de liberdade, de respeito pela dignidade do outro...A Direita era o terreno dos instalados, dos situacionistas, dos preocupados com o seu umbigo...

Com desilusão verifico que não é assim. Pelo menos no que respeita à Esquerda que se movimenta nos corredores e bancadas do Poder. Sem garra para apresentar soluções para as grandes questões do séc. XXI, continua a agitar como novas, actuais e progressistas, as bandeiras esfarrapadas e bafientas das questões que a sociedade do séc. XX resolveu. O que mais dói, porém, é que se tenha transformado na correia de transmissão do projecto imperialista e totalitário que procura dominar a Sociedade Global e que tem as suas raízes nos movimentos racistas que dominaram a primeira metade do século passado e nas utopias da “revolução cultural” dos anos 60, Em 1969 um relatório da UNA-USA (Associação das Nações Unidas dos Estados Unidos da América), de que era responsável John Rockfeller III, lança a ideia de usar os organismos da ONU e as ONG`S para executar a política americana sem que os USA possam ser acusados de Imperialismo. Em 1974, o Relatório Kissinger afirma que “os gastos para o controle da população podem ser muito mais eficazes do que os que procuram aumentar a produção através de investimentos directos em instalações de irrigação, indústrias e projectos energéticos” (§ 53). Poucos anos mais tarde, o Chefe do Departamento Para A População da USAID revelava em entrevista ao St. Louis Post-Dispatch de 22 de Abril de 1977, que era seu objectivo esterilizar a quarta parte das mulheres em idade fértil de todo o mundo de modo que se mantivesse “a operacionalidade normal dos interesses comerciais dos Estados Unidos no Mundo” (1)

 

A partir deste pressuposto a estratégia é simples: o auxílio económico aos países que dele necessitam, ou o solicitam, está dependente da aceitação de programas de controlo de natalidade, nomeadamente:

- da difusão de uma mentalidade anti-vida;

- da recusa de uma moral sexual;

- da perversão de crianças e adolescentes à revelia dos pais;

- da promoção da homossexualidade, pedofilia, incesto, bestialidade;

- da elevação da esterilização e do aborto à categoria de direitos humanos… (2). Como consequência, a constituição de uma sociedade formada por submissos cidadãos normalizados, incapazes de distinguir entre legalidade e moralidade e sejam, portanto, incapazes de se rebelar e decidir em consciência.(3)  

 

 

(1) Kasun, J., The War Against Population, citado por Riccardo Cascioli, El Complot Demográfico, Palabra, 1998, pág. 107

(2) Cfr. Riccardo Cascioli, El Complot Demográfico, Palabra, 1998, Parte III e Apêndice, pág. 149-246;

(3) Cfr. Schooyans, M, The New World Order and Demographic Security, in Population Research Institute Review, Vol. 3-4 (Julho-Agosto de 1993; Pinto, Mário,  O célebre relatório Kissinger e a política internacional maltusiana, Público (?). Huxley, Aldous, Admirável Mundo Novo, Livros do Brasil. A sua leitura é tão actual quanto interessante.

                                                                                  A.Faure

publicado por adavviseu às 19:52

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