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Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

Referendo: "Sim ao aborto" venceu mas... a Vida será cada vez mais um dom, um desafio, uma tarefa!

O povo português foi chamado a pronunciar-se sobre a despenalização do aborto.

O SIM ao aborto ganhou!

O NÃO à possibilidade de permitir que as mães ponham fim à vida dos seus filhos em desenvolvimento no seu útero, perdeu!

Mas a maioria dos eleitores entenderam por bem abster-se e não se deslocar às Assembleias de Voto para expressar a sua posição. Haverá pessoas que reflictam sobre estes factos. Para nós, basta sentirmos que foi, no entanto, um retrocesso civilizacional!

A ADAV-Viseu, associação preocupada com a vida no arco inteiro da sua existência, desde a concepção até à morte natural, sente-se magoada por esta decisão popular, pois entende que “sentir a mágoa é uma forma sublime de gostar”! E a Associação de Defesa e Apoio à Vida gosta da Vida, ama cada mulher e cada filho nela concebido e nasceu em Viseu, em Maio de 2006, para desenvolver acções em favor das pessoas, contribuindo para dar mais vida à Vida!

Esta é a nossa aposta, o nosso desejo, o nosso crer! Será este o nosso rumo!

A visibilidade local e regional que a associação tem já, decorrente do seu envolvimento nesta causa, transforma-se em responsabilidade e esperança, particularmente num distrito onde a maioria deu indicadores de possuir as mãos limpas e disponíveis para apoiar e defender a vida!

Por isso, queremos crescer como associação, ampliar o número de associados e assim conseguir as condições para lançar projectos próprios e implementar protocolos de cooperação com instituições, estruturas e outras associações que privilegiem a vida e estejam em sintonia com os princípios estatutários da ADAV-Viseu.

A Vida continua a ser, para nós, um dom, um desafio e uma tarefa!

 

publicado por adavviseu às 21:58

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19 comentários:
De M. Acília Alexandrino a 13 de Fevereiro de 2007 às 11:02
Na noite do Referendo e ontem chorei amargamente. Não por vencer ou perder. Mas pelo estado real das pessoas do nosso país. Sentia raiva, desgosto, tristeza... Sentia -me perdida.
Abortos em maternidades, hospitais...à revelia da lei, todos os conhecemos. Mas que a lei portuguesa se torne cada vez mais e mais permissiva e incoerente é demasiado doloroso. O EGO está tão grande, tão absorvente, tão obscurecer da razão. Ao que estamos a chegar, meu Deus! Não entendo o mundo em que vivo.
Depois do luto, do vazio e das lágrimas pensei:
- Isto é um grande desafio! O que as consciências precisam cada vez mais é de ser despertas para o que realmente vale a pena. O mundo está faminto de valores, da VERDADE. Há que enxugar as lágrimas e cobrar ânimo. Há que preparar-nos para outro grande desafio: a eutanásia.
É tão cómodo livrar-nos de quem nos estorva!
Mais e mais temos que nos agarrar a iniciativas que promovam e defendam o VALOR da VIDA.
Contem comigo hoje e sempre, enquanto Deus me der forças.

De Anónimo a 16 de Fevereiro de 2007 às 10:09
"Abortos em maternidades, hospitais...à revelia da lei, todos os conhecemos. Mas que a lei portuguesa se torne cada vez mais e mais permissiva e incoerente é demasiado doloroso."
Esta frase diz tudo. Queriam deixar a lei como estava porque assim, quem tinha amigos lá dentro, fazia na mesma os abortos. Quem não tinha, que fosse a Espanha, que fosse onde quisesse, que para todos os efeitos não havia abortos em Portugal...
De adavviseu a 17 de Fevereiro de 2007 às 13:54
Caro "anónimo"
Qualquer comentário é bem recebido neste nosso espaço. Porém, gostaríamos que não existissem "anónimos". Assim seria evitada a exclusão do comentário.
Obrigados.

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