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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006

SLOGANS ABORTISTAS (IV)

O ABORTO É UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA INDIVIDUAL!

CADA UM É QUE DECIDE E NINGUÉM TEM NADA COM ISSO!

 

 

Quando se invoca o direito de decidir em consciência, pressupõem-se que se está a pensar no direito a decidir em consciência moral o que implica decidir com critérios de eternidade, analisando as consequências a médio e a longo prazo para nós e para a sociedade, e não com critérios de sucesso imediato, individual ou de grupo, ignorando ou omitindo consequências futuras.

 

Hoje, para muitos, reduziu-se a voz da consciência à certeza subjectiva, não crivada pela procura da verdade objectiva, pela reflexão, pela interiorização que permite ouvi-la no íntimo de nós próprios. Quantas vezes, ela é abafada pelo ruído da moral do “todos fazem” e o receio de que, se agir contracorrente, “me tomem por parvo”?

 

Decidir em consciência pressupõe pôr de parte o “euismo”, o novo “ismo” que leva a colocar à frente do bem comum, da solidariedade e do bem pessoal do outro, o eu individual, os meus interesses, os meus sentimentos, os meus apetites, o meu trabalho, o meu descanso, a minha opinião – com ou sem fundamento - ...

 

Ninguém deve agir contra a sua consciência. Mas todos, sem excepção, estamos obrigados a formá-la de modo que, em cada caso concreto, possamos decidir com conhecimento e rectidão. E o facto de a consciência alcançada obrigar no momento da acção isso não significa endeusar a subjectividade e tornar desnecessária qualquer rectificação e reparação futura. Decidir em consciência segundo a convicção alcançada nunca é culpa. Culpa é não evitar as circunstâncias que nos impedem de ouvir com clareza a sua voz, de seguir com rectidão os seus ditames. E, se não nos esforçamos por fazê-lo, não podemos honestamente afirmar que decidimos em consciência

 

Decidir em consciência – com ciência – exige um esforço vital e permanente: de procurar a verdade objectiva, de esforçar-se por agir de acordo com ela, de fazer o bem e evitar o mal, de não se iludir com fazer o mal na mira de obter um “bem”... de buscar soluções criativas, solidariamente humanizadoras, de melhora pessoal e alheia, de tratar os outros como gostaríamos de ser tratados.  Com efeito, bem lá no fundo, o que nos impede, embora nem sempre, de fazer mal ao outro – de tratá-lo como, na nossa maneira de ver, merece, inclusive matá-lo – não é o laico e sem fundamento respeito pelo semelhante, mas a consciência, mais ou menos percebida, de que no outro estão presentes a imagem e semelhança do Criador e, consequentemente, os Seus direitos.

 

Invocar como problema de consciência votar a favor da liberalização do aborto é, no mínimo, um contra senso: porque se o que existe no ventre da mulher grávida não é uma vida humana não existe qualquer problema de consciência; mas, se, pelo contrário, no ventre da mulher grávida existe uma vida humana, como a ciência claramente o comprova, não se deve hipotecar a consciência – porventura a eternidade - aos interesses pseudo-humanistas dos lobbys capitalistas ou ideológicos do aborto, da investigação legal ou ilegal usando os não nascidos, …por mais política ou socialmente correctos que nos sejam apresentados.

 

Porque, como afirmava J. Lejeune, “custa menos carregar uma criança nos braços do que carregá-la na consciência”.

A. Faure

publicado por adavviseu às 22:52

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4 comentários:
De Anónimo a 4 de Outubro de 2006 às 23:46
Sim senhor, belo texto e linda imagem!
Ainda há pessoas que serão capazes de apoiar o aborto?
Algumas dizem que "Eu mando na minha barriga!" Mandam para matar? Mas quando, descontroladas ou sem capacidade de reflexão, permitiram que um pénis penetrasse o seu canal vaginal e ali deixasse livremente sementes de vida, já nada foram capazes de mandar? Nem o uso simples de um método que evitasse a fecundação?
De Antonio Faure a 5 de Outubro de 2006 às 11:20
Tem toda a razão. Cada vez mais é necessária uma verdadeira Educação Sexual, feita, fundamentalmente, a partir da Família que é o âmbito natural do amor, onde as pessoas são aceites pelo que são e não pelo que produzem ou possuem. A sexualidade é “marca de água” do nosso ser pessoal de homem ou de mulher. Por isso está completamente errada uma educação sexual reducionista que se limita a “ensinar” ,a divulgar e fomentar práticas genitais irresponsáveis e promíscuas. Sabe-se que esta é uma prática imperialista que se limita a executar o principio Leninista “corrompe a mulher e toda a sociedade te cairá aos pés como fruto maduro para a colheita”.
Por isso há que promover uma Educação Sexual que seja uma Educação para o Amor, Amor que è dom de si, atitude de serviço, aos outros no quotidiano; Amor que é entrega do nosso ser pessoal - ser de intimidade e de relação - ao outro a quem, por uma decisão reflectida e livre, entregámos a nossa masculinidade ou feminilidade. Em exclusividade e até que a morte nos separe. Porque o nosso ser pessoal é demasiado valioso para sermos deitados fora como um descartável
De adavviseu a 6 de Outubro de 2006 às 13:42
Caro amigo ou amiga "anónimo".
Todos os comentários são bem vindos a este nosso blog.! Obrigado portanto pelo seu também. Porém, sugiro que na próxima oportunidade assine, identificando-se de algum modo.
Assim evitará que tenhamos de remover o comentário, mesmo quando se trate de um autentico documento didáctico sobre o assunto que encerra.
Obrigado.
De fátima a 9 de Outubro de 2006 às 17:09
Mais que qualquer palavra vale uma imagem...
é urgente e necessário desinstalar as pessoas do seu comodismo, "a maioria pensa assim" não vou ser eu diferente (pensam alguns)..., ou os políticos é que sabem...
na verdade a politica entende-se estando ao serviço do bem comum, será que é assim que ela hoje se manifesta?
que sociedade queremos para os nossos filhos e para os nossos idosos?
é urgente fazer nosso este problema, "A vida", que é de todos nós e promover uma cultura de vida. Caso contrário amanhã não teremos homens e mulheres, teremos meras coisas sem valor!
Sinto que estamos a coisificar " o Homem, é preciso devolver-lhe a sua dignidade humana...

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