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Terça-feira, 8 de Agosto de 2006

CONTRADIÇÕES

CONTRADIÇÕES

A FAVOR E CONTRA A VIDA HUMANA

Parece que há muitas pessoas (mulheres e homens) que prezam muito a vida que existe, até há associações e clubes de defesa: da natureza, de animais, de plantas, do ambiente… o que é muito bom, mas em contrapartida, desprezam a vida humana ou até são contra ela.

Muitos estimam mais os animais do que as pessoas.

Outros há, que lutam, barafustam, clamam contra as injustiças que se fazem (até usam a comunicação social), por este mundo além e em Portugal, particularmente, às crianças, idosos e grupos ou etnias desfavorecidos, mas são a favor do aniquilamento dos inocentes dentro da mãe.

Fazem-se leis e mais leis a proteger a vida e as crianças (até existe a carta universal dos direitos da criança); mas só para aqueles que nascem; porém, se estão escondidos dentro da mãe, já não têm leis que as protejam!

Será por serem mais pequeninas e indefesas?

Gastam-se milhões e milhões na formação, “gastam-se” anos e anos de estudo, investigação, trabalho e preocupação para formar médicos, enfermeiros, técnicos de saúde, investigadores, para combater as doenças, salvar vidas, dar melhores condições às pessoas – isto é muito bom – mas também inventam novos métodos para assassinar as pessoas que estão presas no ventre da mãe, numa cadeira de rodas ou numa cama, numa prisão…

Já não falando da guerra, do terrorismo …

A medicina é uma ciência que existe para curar, salvar, proteger e aliviar a pessoa.

Os médicos, os enfermeiros, os auxiliares de saúde têm o dever deontológico e ético de salvar vidas – uma missão muito nobre – e nunca matar, mesmo que seja a pedido da mãe ou do doente ou de quem o represente. Ou, porque é indefeso já se pode assassinar, mesmo que esteja a coberto da lei abortiva ou da eutanásia? Estas são leis iníquas.

Como pode um médico ou enfermeiro ter dois pesos e duas medidas: por um lado usa as mãos e o saber para curar e salvar a vida e por outro lado usa as mesmas mãos e saber para destruir a vida?

A nossa constituição diz «A vida é inviolável e que deve ser defendida». Então a vida humana que está dentro da mãe pode ser violada?

Será que a mulher ou o homem têm o direito de mandar matar? Seja essa vida de um feto ou de uma pessoa adulta? Se é de um bebé (feto) que está a gerar-se na mãe, é um ser humano, independente da mãe, com um projecto de vida próprio. Ou será que aquele direito lhe advém por ter nascido primeiro?

Quando se mata um inocente, um indefeso, um mais pequenino, não brada este crime aos céus, à humanidade, à consciência das pessoas?

Há quem chame àqueles que defendem a vida contra o aborto de hipócritas. Não será precisamente o contrário?

É nossa obrigação defender, com todas as nossas forças (mesmo através da oração, da discussão ou gritando bem alto) a vida humana, pois só a partir desta premissa é que tenho o verdadeiro direito de viver e de ser amado.

Como pode uma família viver em paz (e de consciência) e subsistir com pais que matam ou mandam matar os seus filhos?

Estamos a favor da vida, defendendo-a. Não estamos contra a mulher, defendemo-la e apoiamo-la. Não a condenamos, mas somos contra o aborto, pois é um crime lesa humanidade.

No dizer de alguém…” antes quero trazer os filhos nos braços – algum tempo – que trazê-los às costas toda a vida …”

                                                                                             João Almeida 

publicado por adavviseu às 13:12

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2 comentários:
De angela Almeida a 9 de Agosto de 2006 às 19:51
Ontem sofri uma intervenção cirurgica. Como foi bom sentir que a medicina está ao seviço da saúde e da vida humana. A vida, é sem dúvida, um bem supremo. Muitas vezes , quando nós sentimos a debilidade e fraqueza fisica é que percebemos o quanto é gratificante viver. É neste sentido que todos nós acreditamos e lutamos pela vida, em todos os momentos.
De Antonio Faure a 14 de Agosto de 2006 às 11:01
Os meus parabéns. É muito interessante a sua relação entre terrorismo e aborto. De facto como é possível explicar, em nome da civilização…, dos direitos humanos fundamentais… que é um crime hediondo fazer explodir no ar aviões carregados de passageiros inocentes em nome de um direito à libertação e independência de uma nação quando, ao mesmo tempo, os mesmos representantes políticos dessa sociedade que consideram “civilizada” defendem, como um direito natural fundamental, que uma mãe possa, com requintes de barbárie, matar o filho inocente que traz nas suas entranhas só… porque lhe dá na gana?

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