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Quarta-feira, 26 de Julho de 2006

SLOGANS ABORTISTAS (II)

INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ é uma expressão introduzida pelos defensores do aborto para lhe retirar toda a pesada carga negativa: moral, jurídica, médica, social… que, ao longo dos tempos, a prática deste acto foi, consensualmente, acumulando.

Trata-se de uma manipulação de palavras que pretende branquear o acto tornando-o aceitável à consciência individual e à sociedade.

A expressão em si, faz tanto sentido como, por exemplo, chamar interrupção voluntária das ligações articulares à execução de um condenado à morte por esquartejamento. E é exactamente isso que acontece à criança abortada pelo método de sucção. Consiste este método abortivo em inserir no útero um tubo oco que tem uma ponta afiada. Uma forte sucção (28 vezes mais forte que a de um aspirador doméstico) despedaça o corpo do bebé sugando as partes para um balde. O abortador introduz, depois, uma pinça para extrair o crânio, que, por ser suficientemente grande, não costuma passar pelo tubo de sucção. As partes extraídas são reconstituídas como um puzzle para se ter a certeza de que nenhuma ficou no interior do útero materno. Às vezes enganam-se o que aumenta enormemente os riscos de saúde física e psicológica da mãe.

Quase 95% dos abortos nos países desenvolvidos são realizados desta forma.

Nos Estados Unidos, praticamente em todos os Estados onde se aplica a pena de morte um condenado pode escolher entre a injecção letal ou a cadeira eléctrica. Nos países onde se pratica o aborto, a criança inocente, condenada a ser queimada viva por injecção salina, não tem escolha…

E cúmulo da hipocrisia é argumentar que está tudo bem se for até às 10…12…semanas ou aos 3…meses e tudo mal se for a partir daí. Qual é a diferença?  

O direito à vida é um direito fundamental porque alicerce de todos os outros. Quando a Sociedade aceitar, como um direito, que alguém possa dizer a um filho: porque és inoportuno para a minha carreira..., porque me incomodas..., porque embora não tenhas culpa de te ter chamado à vida eu não te aceito nem me disponho a acolher--te..., porque és inocente e indefeso mas ninguém te vai dar voz nem importar-se com isso...EU MATO-TE, não viveremos num Estado de Direito mas num mundo inferior ao da lei da selva.

                                                       A. Faure 

publicado por adavviseu às 23:02

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5 comentários:
De João Almeida a 8 de Agosto de 2006 às 12:27
O ABORTO E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS
A CRIANÇA (tratamo-la por este nome, quer esteja no início, quer no fim da gestação) dentro da mãe, NUNCA É UMA DOENÇA, NEM UM MAL, MAS ANTES UM BEM E UMA BÊNÇÃO .
Pode-se afirmar: Quem é a favor do aborto é contra a vida.
Quem pratica o aborto, além da morte violenta da criança (feto) que tenha tudo para se desenvolver, arranja consequências graves para a mãe e para os familiares:
DOENÇAS FÍSICAS E DORES - o aborto provoca dores físicas na mãe e no filho, feridas no útero que, muitas vezes, precisa de intervenção cirúrgica, alteração do período de fertilidade/menstruação e problemas no coração…
DOENÇAS MENTAIS E PSICOLÓGICAS – A ansiedade, perda de sono, depressões, dores de cabeça…
ESTERILIDADE e propensão para abortar…
PERDA de valores MORAIS e ÉTICOS e, ainda, ESPIRITUAIS que devem ser normas condutoras das pessoas.
Na FAMÍLIA pode levar à rotura ou desagregação familiar ou mal-estar que pode arrastar-se por muito tempo.
Isto porque quem actua contra a natureza, esta revolta-se e sofrem-se as consequências.
Se a lei da despenalização for aprovada no referendo, a consciência das pessoas fica “limpa” da falta grave? Claro que não. A falta continua sempre muito grave, quer se aprove, quer não!
Como pode uma mãe ficar indiferente se aceitar a morte da vida que traz em si? Será que perdeu o sentimento, o amor pela vida? E muitas (as das manifestações e outras) vêem dizer amam o seu semelhante, que amam a vida humana.
Ora o Estado e as pessoas que aprovarem o aborto ficam com mais responsabilidades, pois ajudam a aumentar os abortos, dos quais não podem lavar as mãos, o país fica mais pobre, mais velho e “ importa “ mais imigração…
Se for aprovada a legalização do aborto, tem o Estado de disponibilizar: hospitais e outros estabelecimentos médicos e outros técnicos de saúde, medicamentos que tem de pagar – aumentam as despesas – cujos valores poderiam ser canalizados para outros cuidados de saúde. Mas o mais grave de tudo é gastar milhões para dar a morte em vez de salvar.
Pode – se chamar a isto um acto médico? Não é antes assassinato que tem cobertura de lei iníqua e imprópria.
Parece que anda tudo louco, aquilo que era considerado um bem, um direito e um dever, hoje já não o é ou não interessa, inverteram os valores humanos: deontológicos, éticos e morais, ora perdendo-se isto, tudo é possível fazer, até matar.
De João Almeida a 8 de Agosto de 2006 às 12:54
HÁ OU HAVERÁ RAZÕES PARA ABORTAR?
O SER que está a gerar-se no seio da mãe é considerado um amigo ou um inimigo, para a mãe, para o pai, para a família ou para a sociedade?
A vida é um dom, um valor incalculável, não tem preço, nem medida, está acima do pensamento, particularmente se essa vida é humana.
Será que a mulher (e o pai ou outrem) tem o direito de mandar matar o bem – porque é vida humana de que se trata – que está dentro da mãe e que é um ser independente e único?
Como pode o Estado com leis (injustas e pérfidas) autorizar e dar condições para que possam abortar as mulheres que o queiram fazer?
Quem se pode arrogar de possuir o direito de matar o seu semelhante e em especial, o indefeso, o pequenino e inocente? A isto se pode chamar violência e cobardia pura, mau carácter e desprezo pelos outros.
Mas haverá razões suficientemente fortes para se abortar? Com excepção de duas: - Perigo de vida da mãe e deficiência congénita do bebé que não tenha condições de sobreviver. – que aliás já estão consignadas na lei portuguesa.
POR RAZÕES ECONÓMICAS – Será que a falta de dinheiro, de alimentação ou vestuário são razões suficientes para destruir a vida que a mãe traz em si? Mas se são os pobres que têm mais filhos e conseguem sobreviver.
POR RAZÕES DE HABITAÇÃO – Será que a casa é tão pequenina que não cabe mais uma vida? Mas aqueles que vivem numa barraca têm filhos…
POR RAZÕE FAMILIARES – Será que o pai ou outros familiares têm o direito condenar o bebé que a mãe tem no ventre?
POR RAZÕES DE TRABALHO – Será que o patrão ou a empresa pode impor a morte da vida?
POR RAZÕES PSICOLÓGICAS – Será que esta doença pode ser razão para matar? Para que servem o psiquiatras e os psicólogos.
POR RAZÕES DA MULHER NÃO QURER TER FILHOS para não querer perder a beleza e estar mais atraente, para não ter trabalhos com os filhos, estar mais livre …Será que o bem que traz em si não é infinitamente maior e melhor que a beleza que findará com os anos?
As pessoas procuram acima de tudo e de todos o seu prazer, sem regras, sem responsabilidades, sem ter em conta os seus semelhantes.
Podemos procurar muitas razões, mas não encontramos alguma que possa justificar o acto de abortar
O filho é e será sempre uma pessoa com todos os direitos de viver. É missão da pessoa reconhecer, defender e amar a vida humana em quaisquer circunstância e lugar.
O aborto é um flagelo, actualmente, é o maior holocausto de morte da humanidade. Será que queres pertencer à classe dos carrascos de morte de inocentes de uma forma directa ou indirecta.
Há que salvar os homens, todas as pessoas no seu todo. Não podemos ficar indiferentes perante a morte – porque está em causa a vida humana – A VIDA È UM DOM e uma TAREFA de todos nós.
È obrigação do Estado e da sociedade, em geral, que deve garantir o bem-estar da família humana, protegendo e dando as condições indispensáveis para que as pessoas vivam o mais feliz possível.
De Antonio Faure a 12 de Agosto de 2006 às 10:37
Caro Amigo

Pena é que os seus comentários não tenham sido colocados como post . Existem, no entanto dois aspectos com que me vejo na obrigação de discordar, embora entenda que, escrevendo com tanto entusiasmo, as palavras o tenham traído.
Trata-se da seguinte passagem

“Mas haverá razões suficientemente fortes para se abortar? Com excepção de duas: - Perigo de vida da mãe e deficiência congénita do bebé que não tenha condições de sobreviver. – que aliás já estão consignadas na lei portuguesa.”

Que me recorde de momento, existe apenas uma situação em que, moralmente, é lícita a interrupção da gravidez. Trata-se da chamada gravidez ectópica . Esta situação consiste no facto de a criança concebida não ter concluído a sua viagem em direcção ao útero e permanecer na trompa. Aqui não tem condições, nem possibilidades de se desenvolver e vai causando danos no corpo da mãe que pode vir a falecer em consequência. Fora do seu espaço natural a criança não tem condições para se desenvolver e por isso, nas actuais condições da medicina a morte da mãe, para defender a vida do filho, não faz sentido porque, por circunstâncias alheias à sua vontade, aquele nunca sobreviverá.

Natural é um pai ou uma mãe arriscarem a vida pela do filho. Conhece certamente algum caso, se não pessoalmente, ao menos por notícia da comunicação social. Dificilmente se admite que um pai ou uma mãe sejam, para com o próprio filho, menos generosos do que o honroso lema dos Bombeiros: Vida Por Vida”.

Hoje, talvez o caso mais mediático seja o de Gianna Beretta beatificada por João Paulo II. Mas, muitas mães levam a gravidez até ao fim sabendo que essa decisão lhe poderá trazer problemas ou que o seu filho viverá, apenas algumas horas, dias, meses, anos… fora do ventre materno.
É que, como diz e muito bem, mais vale carregar um filho nos braços do que carregá-lo na consciência o resto da vida.
A vida é um dom para ser vivido integralmente, do início até ao fim. Se encurtamos este tempo, mesmo no ventre materno, caímos na eutanásia; se o prolongamos para além do devido caímos no encarniçamento terapêutico.

Quanto à deficiência congénita não é motivo para abortar. Por um lado porque o diagnóstico pré-natal está longe de ser fiável; por outro lado porque, um filho deficiente é, existem numerosos exemplos que o provam, um factor de humanização e de unidade de toda a família e, também, daqueles que com ela convivem. Aceitar o chamado aborto eugénico é abrir a porta ao desrespeito pela vida humana, é considerar que existem vidas que não merecem ser vividas, é catalogarmos a vida dos nossos semelhantes com uma etiqueta de “valiosa” ou “não valiosa”, é considerarmos os que achamos menos aptos com categoria de utilidade e não de Ser. Só esta vale para a pessoa humana.
Hitler e Estaline foram por esse caminho e conhecemos os resultados.

De Francisco Monteiro a 10 de Agosto de 2006 às 09:36
Meus Amigos
Salvo melhor opinião, para ser voluntário, um acto que envolve várias pessoas tem de ter concordância de vontades. No caso presente parece que tal pressuposto não existe. Os defensores do aborto só exigem a vontade da mãe, não dando qualquer importância à vontade do pai e, muito menos à da criança que vai ver cortadas por uma morte dolorosa todas as suas expectativas de realização pessoal.
Proponho, por isso .que em vez de IVG se comece a falar de IPG ou seja interrupção Prepotente da gravidez
De José Costa a 16 de Agosto de 2006 às 12:53
Amigos (todos os amigos da vida e todos os que vivem)
Muitas são as vezes que venho espreitar este Blog. Ao ler os posts e comentários sinto-me muito humilde para poder tomar a liberdade de colocar qualquer comentário!
Tenho, porém, aprendido muito! Agradeço a todos!
A ultima aprendizagem decorre da leitura do seu comentário, caro Francisco! De facto, se reflectirmos, libertos de veredas ao pensamento, facilmente concordaremos que em vez de "Interrupção Voluntária da Gravidez" teremos, se formos sérios, de passar a falar em "Interrupção Prepotente da Gravidez - IPG"!
Obrigado!

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