.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Fevereiro 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28

.posts recentes

. 11 de Fevereiro - Dois an...

. SEMANA DA VIDA

. ADAV-VISEU … UM NOVO FÔLE...

. Feliz 2008... em favor da...

. Vidas abortadas legalment...

. MADELEINE

. 2007, Maio, 6 - Dia da Mã...

. Vamos caminhar pela vida!

. Dia Internacional da Mulh...

. A REN e os resultados do ...

.arquivos

. Fevereiro 2009

. Maio 2008

. Janeiro 2008

. Agosto 2007

. Maio 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

O seu nome / e-mail:
Comentários / Perguntas:

Como encontrou este blog?
Gostou deste blog?
Sim Não
meet singles contador usuarios online Salud sites

.Consigo, já são...

Free Cell Phones
Las Vegas Condos
blogs SAPO

.links

Sexta-feira, 14 de Julho de 2006

SLOGANS ABORTISTAS (I)

 

         EU MANDO NA MINHA BARRIGA é um dos slogans mais publicitado em campanhas ou manifestações pró-aborto É óbvio, qualquer pessoa atenta o sabe, que não mandamos no nosso corpo cujo funcionamento está definido por leis naturais determinadas: o coração bate, mais ou menos ritmado, independentemente da vontade de cada pessoa; se assim não fosse não haveria tantos doentes cardíacos ou pessoas sofrendo de doenças que afectam outros órgãos. E se as mulheres mandassem realmente na própria barriga duvido que alguma delas, como acontece tantas vezes ao comum dos mortais, sofresse de prisão de ventre ou diarreia.

 

Convém recordar, em tempos de grande fervor ecológico, que o ciclo feminino que permite a fecundação se insere nas mesmas leis naturais que regulam e ordenam como unidade o funcionamento de todo o nosso corpo.

Principalmente ter bem claro que a criança concebida, embora gerada com a participação do homem no ventre materno, não faz parte do corpo da mãe.

Com efeito:

No momento da concepção, os quarenta e seis cromossomas que formam a célula inicial reúnem toda a informação necessária e suficiente para a constituição genética do novo ser humano, (altura, cor dos olhos, sexo, quando vai ficar careca,...). É, consequentemente, uma pessoa humana que se desenvolve segundo as regras da sua própria natureza e que, como os seus semelhantes, tem direito a crescer e à realização pessoal. Não é, como por vezes se afirma, um tumor no corpo da mãe que ela tem o direito de mandar tirar; antes, é um ser diferente que acciona os mecanismos necessários para não ser expulso como corpo estranho.

E quanto à alma, mesmo no caso dos gémeos monozigóticos – originários do mesmo ovo – não existe qualquer problema visto saber-se que a alma não está localizada numa parte do corpo, mas toda, em todas as partes do corpo. Ela é, em termos filosóficos, a parte substancial do corpo

Entre os 6 e os 12 dias decorre a fase de implantação no útero;

Aos 21 dias, (quando a mãe começa a interrogar-se se está grávida), o coração começa a bater bombeando sangue que pode ser diferente do da mãe;

Ao mês e meio (6 semanas) a actividade cerebral pode ser captada pelo electroencefalograma;

Aos dois meses (8 semanas) a criança está completamente formada;

Durante a gestação a criança movimenta-se, procura posições confortáveis, reage à dor, ao frio, ao toque, ao som e à luz, alimenta-se, soluça e chupa no dedo, dorme e acorda, pode ser ensinado a distinguir dois sinais sucessivos, pode ficar doente, necessitar de diagnóstico e de tratamento, e, por fim, determinar unilateralmente o dia do seu nascimento.

                                                                    A. Faure 

publicado por adavviseu às 21:10

link do post | comentar | favorito
|
11 comentários:
De CA a 15 de Julho de 2006 às 14:13
"E quanto à alma, mesmo no caso dos gémeos monozigóticos – originários do mesmo ovo – não existe qualquer problema visto saber-se que a alma não está localizada numa parte do corpo, mas toda, em todas as partes do corpo. Ela é, em termos filosóficos, a parte substancial do corpo" O António vai mais longe do que o Magistério da Igreja, que evita discutir a presença da alma no ovo.
De Antonio Faure a 18 de Julho de 2006 às 12:02
CA

É um prazer encontrá-lo de novo neste espaço
No entanto penso que não ultrapassei o Magistério da Igreja. Se ele afirma que a vida humana começa com a concepção parece claro que, desde este momento existe alma humana. Nem outra coisa faria sentido
De fátima a 17 de Julho de 2006 às 17:13
Ouvem-se gemidos e grita-se bem alto: "violência, Não" Mas como pode uma mãe dizer: "Eu mando na minha barriga" brota o egoísmo e falta de respeito pelo semelhante e até por si mesma. Que dirá aquele filho, ao qual um dia lhe foi dado o direito a viver? Talvez diga: "Serei eu também um empecilho para ti?" ou então: ""Serei eu uma tentativa de aborto falhada?" jamais haverá uma verdadeira relação de afectividade. sê coerente "A vida tem uma história muito comprida, mas cada indivíduo tem um começo muito preciso: o momento da sua concepção." Jérôme Lejeune )
De Amigo a 17 de Julho de 2006 às 22:59
Só um reparo!
Concordo em tudo o que foi dito, mas devem evitar o argumento "Aos dois meses (8 semanas) a criança está completamente formada" ;que por ser falso acaba por descredibilizar a nossa luta. de facto nem organicamente nem em termos fisiológicos existe maturação completa até na altura de uma gestação de termo que como sabem foi convencionada entre as 37-42 semanas. pelo que certamente as 8 semanas o feto adquire feições antropomórficas mas não completamente formado.
De Anónimo a 18 de Julho de 2006 às 12:24
Muito obrigado.
Apenas uma pergunta. Alguma vez estamos completamente "formados"? Embora não se tenha dado conta, o seu argumento é o mesmo que invocam os defensores do aborto quando defendem que se pode abortar até às X semanas. `´E uma questão de convenção. Estará "formada" uma criança que nasce e, por motivos vários vai para a incubadora? Estará "formada" uma criança que não atingiu a puberdade? Estará "formado" um adolescente que não atingiu a maturidade? Estará "formado" um idoso que entrou na fase das "dformações"? E aqui, facilmente entramos na defesa da eutanásia
De António Faure a 18 de Julho de 2006 às 12:28
Por lapso não me identifiquei na resposta anterior.
Espero que continuemos esta troca de impressões
De Paulo a 19 de Julho de 2006 às 02:34
Queridos amigos. Recentemente fui confrontado com a questão de onde se prova que as 6 semanas se pode medir a actividade cerebral. A maioria dos medicos aponta as 10 semanas.
Agradeço a informação para rebater.
Paulo
De António Faure a 19 de Julho de 2006 às 23:29
Paulo

Hoje sabe-se que aos 42 dias de vida aparecem os reflexos e que. o cérebro do bebé coordena movimentos voluntários dos músculos e involuntários dos órgãos.

Dia 43: Pode-se registar num encefalograma a actividade do cérebro.

A propósito das 10 semanas apontadas, um bebé de 2 meses tem 8 semanas, junto um texto recolhido pelo Prof. João Araújo no texto Será o Bebé Um Vegetal? no site dos Juntos Pela Vida
"Há onze anos, quando estava a dar uma anestesia por causa de uma gravidez ectópica que rompeu a trompa (aos dois meses), tive oportunidade de ver aquilo que creio ter sido o mais pequeno ser-humano alguma vez visto. Dentro da bolsa de líquido amniótico (que estava intacta) um rapaz nadava com extremo vigor. Este minúsculo ser-humano estava perfeitamente desenvolvido e tinha longos dedos de dactilógrafo. A sua pele era quase transparente e as artérias e veias delicadas eram proeminentes na ponta dos dedos. O bebé estava cheio de vitalidade e nadava toda a bolsa, aproximadamente, uma vez em cada segundo, com braçadas de nadador experiente. Este rapazinho não se parecia de forma alguma com as fotografias e desenhos de embriões que eu até aí tinha visto. Tão pouco ele se parecia com os embriões que tenho visto desde então: obviamente, porque este estava vivo."

Cf. P.E. Rockwell, M.D., Director of Anesthesiology, Leonard Hospital, Troy, New York, U.S. Supreme Court., Markle vs. Abele, 72-56, 72-730, p. 11, 1972.

Até sempre


De Mº de Lurdes a 19 de Julho de 2006 às 22:44
Continuamos a debater algo de tão profundo como " a vida humana" aquela que diz respeito a todos e a cada um de nós. Não consigo pensar ( porque gosto de viver) que alguém um dia pode ter pensado - vou deixá-la nascer ou não?
Acho que tem que ser isto e não apenas questões técnicas, cientificas, politicas, sociais, culturais, etc, etc, que estejam em causa.
Porque se ás seis, ás sete, as dez, às doze, falta isto ou aquilo, então e ás doze semanas e um dia? Já é um ser humano e já é crime?
É uma questão falsa, absurdamente falsa. Porque o que interessa é que independentemente de se considerar qual é a fase em que a actividade cerebral existe ou outra qualquer função, é uma vida humana e disso não há nenhuma dúvida e ninguém pode contestar. Tudo tem uma fase inicial, e a vida inicia-se na fecundação, se nada fizer parar o processo normal de formação as fases de crescimento vão-se sucedendo, passado pelo nascimento e depois por todas a etapas da vida extra uterina que a qualquer momento podem também ser interrompidas, quer acidentalmente, quer por doença, quer por crime (este sempre punivel- mas também hoje de tão fácil entendimento- pois mata-se sem razão, sem compaixão). Então não sei porque vai existir uma etapa estanque que considere que na fase da vida intra uterina há fases em que até ali não é considerado crime e logo a seguir já o é?
Ou então (e é preciso estar atento) o que acontecece é que alguém está a fazer isto por etapas, pois se fosse pedido o aborto livre até ao nascimento as consciências adormecidas, entorpecidas iriam acordar e reagir.
Assim devagar, devagarinho vão-se delimitando etapas, é de mais fácil absorção, é mais fácil de aceitar (por isto, por aquilo...).
Acordemos todos e pensemos: Alguém gostaria de que um dia há "X" anos atrás, a nossa mãe tivesse pensado "não me dá jeito, não posso passar agora por isto, não posso assumir este risco, não tenho meios económicos, fisicos...????
Acho que não, pois todos sabemos que cada um de nós é único e diferente, e apesar das dificuldades que cada um de nós passa na vida, gostamos de viver e é pelas diferenças de cada um que uma familia é bonita, que o mundo é bonito ( as diversidades e as diferenças são como um arco-íris).
Deixemos de pensar na criança como algo negativo.
Deixemos de pensar na mulher como a única culpada.
Ajudemos as mulheres a resolver os seus problemas.
Reivindiquemos ao governo, ás empresas, ás autarquias locais, ás associações, a cada um de nós, que crie condições para que nenhuma mulher precise de abortar, para que nenhuma mulher tenha de passar pela simples dúvida "O que faço agora? para que cada mulher saiba que se ficar grávida há braços estendidos á sua volta para a ajudar. É isto que é preciso reivindicar. É isto que todos e cada um de nós ( porque um dia pudemos nascer e hoje estamos aqui) devemos ajudar a resolver, na nossa casa, na nossa familia, na nossa rua, aldeia, cidade, país....os problemas, as dificuldades, as ansiedades.
Trabalhar para uma cultura da vida é fazer um grande favor a cada um de nós, porque nós somos vida e cada vida que não nascer (seja porque motivos forem) é uma vida que poderia salvar vidas ajudando o mundo a ser melhor e mais feliz.
Em vez de reivindicar e lutar pelo direito a optar por matar, ajudemos a reivindicar pelo direito a optar por ter um filho e ter condições para o ter. O que se gasta para reivindicar o direito ao aborto - a cultura de morte - que se usem aqueles meios para reivindicar o direito a ter condições para a mulher e para o seu filho que vai nascer.
Quando num país se fecham maternidades (dizem por motivos de saúde) e se fala em todos os jornais emabrir clinicas para abortar??????
Quando temos um país com mais idosos (que começam a ser tratados como excedentários) e cada vez menos crianças?????
São estas as politicas sociais do nosso tempo????
É tempo de reflectir!
É tempo de agir!
É tempo de olhar para trás, analisar o presente e preparar sériamente o futuro.
Não esperemos que o tempo passe em discussões técnico-cientificas (muito úteis sim, muito esclarecedoras sim, muito necessárias sim).
Mas acção precisa-se
Obrigado aos que têm escrito neste blog, tem havido um diálogo aberto e enriquecedor, espero que continue e ajude na lutar pela vida.
Mª Lurdes
De António Faure a 19 de Julho de 2006 às 23:39
Maria de Lurdes

Tem toda a razão

Continue
De angela almeida a 1 de Agosto de 2006 às 07:53
Regressei ontem de férias e ao ler e reler tudo o que aqui está transmitido, sinto-me profundamnete convicta que a Vida é realmente um DOM.
Agradeço profundamente a todos os queme ensinam a viver e a amar.

Comentar post

.subscrever feeds