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Sábado, 20 de Maio de 2006

SERÁ QUE ALGUÉM RESPONDE?!

 

Algumas questões pertinentes

 

 ****************************************

1. O que é um embrião? Será ou não um ser vivo da espécie humana, com muitas características de especificidade genética, diferentes da mãe e do pai?

 

 

2. O destino natural do embrião é, ou não, o nascimento?



3. O que é que distingue (do ponto de vista de individualidade e possibilidade da sua "eliminação") um embrião com 10 semanas de gravidez de um embrião com 9 ou 11 semanas?



4. Como explicar que uma mulher possa abortar sem que o pai da criança tenha qualquer possibilidade de defender a vida do seu bebé?

Será que à 6ª semana de gravidez se poderá ouvir, com clareza auditiva e facilidade de detecção, o bater do coração de um bebé?



5. Quem poderá discordar que à 7ª semana já são visíveis as feições labiais do bebé, incluindo boca e língua, que os olhos já têm retina, que o bebé já se mexe e já tem um tipo de sangue diferente do da Mãe?

 

 

6. Será que todos possuem conhecimento que à décima semana o coração do bebé é muito parecido com o de um recém-nascido e que todos os órgãos do bebé já estão formados, precisando apenas de crescer?

 

 

7. Sabiam que quando os cientistas, nomeadamente em Inglaterra, tomaram conhecimento da realidade efectiva sobre a problemática do aborto, de imediato iniciaram um movimento do sentido de não ser permitido o aborto (e que, portanto, não se tratou de um movimento religioso?)?

 

8. Como se poderá justificar, de um ponto de vista lógico e racional (que é aquele a que muitas pessoas recorrem nos querem habituar) que, sem que seja necessário apresentar qualquer justificação e até independentemente da vontade do pai, se possa interromper este trajecto que, naturalmente levaria este novo ser VIVO (tão vivo como qualquer outro ser vivo da natureza) e HUMANO (tão humano como qualquer um de nós) que já existe, tem coração que bate e corpo que sente a dor, ao nascimento?

 

9. Se este novo ser humano existe, entender-se-á que se possa deixar à consciência de cada um fazer-lhe parar o coração que já bate?

 

publicado por adavviseu às 19:25

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2 comentários:
De CA a 20 de Maio de 2006 às 23:33
1. Nos primeiros dias após a fecundação um embrião pode dividir-se em dois ou pode fundir-se com outro para dar origem a um só. Chama-se a isto um ser? Vivo é de certeza, como qualquer célula.

2. Depende do que se chama "destino natural". Na natureza, a maioria dos embriões não chega a nascer. Geram-se muitos embriões que se perdem quer por razões genéticas quer por não nidarem no útero da mãe.

3. Antes das 10-12 semanas os neurónios não têm actividade. A falta de actividade dos neurónios é o critério para se declarar a morte numa pessoa. Não digo que o argumento seja bom, mas existe uma diferença.

4. O embrião depende do corpo da mulher e não do corpo do homem. À 6a semana de amenorreia pode ouvir-se o coração do embrião com um aparelho de ecografia.

5. Pode ver-se em:
http://www.humpath.com/article.php3?id_article=6455

6. "precisando apenas de crescer" parece exagero. Há muito para se desenvolver e o sistema nervoso ainda vai organizar-se.

7. Há cientistas contra e a favor do aborto em todos os países do mundo.

8. Quanto à dor, antes das 12 semanas não é credível sequer que ela possa existir. Quanto à justificação racional, ela existe no direito da mãe ao seu próprio corpo. Pode-se achar que o direito da criança é mais importante, mas o debate racional não é trivial. Mais material pode ser encontrado em:
http://www.criticanarede.com/filos_etica.html

9. Entender-se-á sim. Pode-se é não concordar ou entender até que deve ser proibido.
De António Faure a 30 de Maio de 2006 às 23:27
1- Desde Jerôme Lejeune, Prémio Nobel da Medicina, se sabe que a primeira
célula contem toda a informação genética - a cor dos olhos, a forma do
nariz, a idade em que vai ficar careca... - que acompanhará cada pessoa
humana,, única e irrepetível, até à morte!
Se o embrião, antes da implantação, se pode dividir - de forma natural
originando gémeos ou de forma artificial pela clonagem - isso não implica
que não seja um indivíduo. Tal como acontece com a amiba, ser individual que
se reproduz por divisão sem que cada uma deixe de ser um indivíduo, também
isso pode acontecer, em circunstâncias específicas nos primeiros dias da vida
humana no seio materno, Mas, mais do que a indivisibilidade o que distingue o
indivíduo é a sua unidade ontológica como ser. E essa está plenamente
presente em cada um dos chamados gémeos vitelinos.

2- Na Natureza, o "destino natural" é a vida. De uma semente caída na terra
o que se espera é que germine, cresça como planta e dê fruto. Isto pode não
acontecer por circunstâncias naturais adversas, ignorância ou maldade dos
homens...
Do mesmo modo, o "destino natural" de uma criança concebida é nascer e
realizar-se como pessoa.

3- Desde a célula inicial que o genoma humano funciona como centro organizador
que orienta cada célula para a função que lhe é própria. Progressivamente
essa função vai passar para o sistema nervoso central. Não aceitar este
desenvolvimento como crescimento normal seria tão absurdo como pretender que
para ser gente, no momento da concepção a criança masculina devia ter logo
umas notáveis patilhas e bigodaça

4- Por natureza é à mulher que cabe acolher a criança gerada pela sua
relação com um homem. Mas isso não significa que na geração termine a
função e a responsabilidade do pai. Pelo contrário é seu dever assumi-la
para o resto da sua vida.
Mas da mulher, ser de acolhimento, se espera - sejam quais forem as
circunstâncias em que se deu a concepção - uma atitude de respeito e
solidariedade para com a criança que traz no ventre, que não teve
responsabilidade nem pediu para ser chamada à vida mas que, pelo facto de
existir, tem direito à vida e à realização pessoal

5 - Mais informação no site dos Juntos Pela Vida em
http://www.juntospelavida.org

6 -De facto, não existe qualquer salto de qualidade desde a célula inicial.
Apenas crescimento que se espera e deseja harmonioso.

7 - Que há cientistas a favor e contra o aborto em todo o mundo é uma realidade.
Mas essa realidade deve levar-nos a uma atitude de prudência cautelosa. Não
tem justificação que na dúvida sobre se existe ou não vida humana no ventre
materno não se aplique o princípio jurídico de "in dúbio pró reo", - no
caso de dúvida decida-se a favor do réu.

8 - Existem hoje demasiados documentários sobre a vida intra-uterina que
esclarecem as reacções do bebé no ventre materno. Sugiro a visionação do
vídeo da National Geographic. Mas convêm deixar claro que a ausência de dor
não legitima a prática da injustiça.
Não é verdade que alguém tenha direito absoluto ao seu corpo. Menos verdade
ainda no que respeita à presença da criança no ventre materno. Desde o
início a célula inicial proveniente da fecundação se assume como
completamente autónoma e diferenciada da mãe. E se a vida de relação é uma
característica definidora da pessoa humana o embrião exercita-a desde o
início ao accionar os mecanismos que possibilitam a gravidez incluindo os que
levariam à sua rejeição do ventre materno como corpo estranho.

9- De facto não se entende. Porque decidir em consciência significa decidir
"com ciência", com sabedoria e responsabilidade. E hoje, com os dados da
ciência, ser favorável ao aborto não tem nada de científico ou racional.
Porque se no ventre materno existe uma vida humana, decidir em consciência
significa sempre ajudá-la a nascer e a realizar-se como pessoa. Porque
decidir em consciência significa sempre, em cada momento, o esforço de fazer
o bem e evitar o mal, muito especialmente, o de, tratar os outros como
gostaríamos de ser tratados.

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