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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

"Livrar-se" do filho e... que vida depois?!

===============================

Sabia que o Síndroma Pós-Aborto, causas, sintomas, consequências e cura, é estudado em todo o mundo por grandes especialistas na área da psiquiatria, psicologia e medicina?

Sabia que o aborto (mesmo feito em clínicas e hospitais legais) representa sempre um traumatismo para a mulher, que pode deixar-lhe sequelas físicas e sobretudo psicológicas para o resto da vida?

Sabia que os sintomas do Trauma Pós-Aborto são semelhantes no aborto legal e ilegal, e que tanto podem revelar-se imediatamente como ficarem reprimidos durante muito tempo para se revelarem de forma violenta anos depois?

 

Sintomas do Trauma Pós Aborto:

 *  Crises de choro

*  Depressão

*  Culpa

*  Incapacidade de se auto perdoar

*  Desgosto intenso / Tristeza

*  Revolta /Raiva.

*  Entorpecimento emocional

*  Problemas sexuais ou promiscuidade

*  Desordens alimentares

*  Redução da auto-estima

*  Abuso de drogas e/ou álcool

*  Pesadelos e distúrbios do sono

*  Comportamentos suicídas

*  Dificuldades nos relacionamentos

*  Ataques de pânico e ansiedade

*  Flashbacks - reviver involuntariamente a experiência de estar a fazer um aborto

*  Abortos repetidos

*  Padrão de reincidência em gravidezes não planeadas

*  Mal-estar na presença de bebés ou mulheres grávidas

*  Medo / ambivalência perante a gravidez

 

Sabia que não há nenhuma mulher na cadeia há mais de 30 anos por ter abortado, e que há várias propostas “esquecidas” na Assembleia da

República para que não vá sequer a julgamento (sem com isso se tornar o aborto livre, nem se proteger os interesses das clínicas abortistas)?

 

Sabia que nos países onde foi liberalizado o aborto legal disparou em flecha mas o aborto clandestino não desapareceu? (Dados da Eurostat)

 

Sabia que o aborto não interrompe nada mas acaba sempre, duma vez por todas, com uma pequena vida humana que precisa de protecção?

(Se tem dúvidas veja o filme em anexo)

 

Não lhe parece mais positivo que o Estado trabalhe na prevenção e na ajuda à grávida, em vez de oferecer às mulheres portuguesas este presente envenenado?

 

É possível defender a mãe e o filho!

No dia 11 de Fevereiro,

por favor, por amor, VOTE NÃO!

publicado por adavviseu às 21:02

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10 comentários:
De Frei Bento Domingues a 8 de Fevereiro de 2007 às 14:36
Não se trata de saber quem é e quem não é pelo aborto, neste prazo e nestas condições, mas quem é ou não pela penalização da mulher que aborta neste prazo e nestas condições.
De Mª de Lurdes a 8 de Fevereiro de 2007 às 17:23

Vivemos em sociedades diferentes ou na mesma?
É que aquilo que é perguntado é isso, mas aquilo que vai ser objecto de legislação e levado à prática não é isso.
Ao ser despenalizado (em termos penais-Alteração do Código Penal) deixa de ser crime e permite que a mulher (e só ela) sem motivos peça o aborto até ás dez semanas e acrescenta-se-he ainda a alinea c) artigo 142 que permite ainda mais do que isso - ver projecto de lei .
Assim, há uma diferença entre o que é perguntado, que será legitimo - leva a muita discussão - e o que vai acontecer em termos sociais.
Aqui é que está a diferença entre o SIM e o NÂO, deixando de lado os extremos do sim e do não e indo ao ponto centra da questão.
Quando o Estado deixa de proteger um determinado direito em favor de outro (que seriam iguais em natureza DIREITO Á VIDA DA MULHER E DO NOVO SER (HUMANO) que está dentro dela não por obra do acaso, mas porque ela contribui para isso ( diversas causas á parte), esse ser , neste caso o FILHO, fica desprotegido e sujeito a tudo, até á MORTE, seja porque motivo for, porque razão for.
Interrompe-se uma gravidez, o produto dessa gravidez desaparece através do aborto.
A mulher não é sancionada o que todos estariam de acordo.
A diferença entre quem defende o Sim e o Não, é que estes pedem que o Estado apoie a maternidade, que apoie as que querem ser mães, apoie as associações e instituições públicas e privadas que ajudam nessa área , etc...
Ontem na antena 1 deu uma reportagem sobre uma entrevista feita a um homem na clincia de Los Arcos em Badajoz, a mulher tinha ido de Portugal com ele abortar, indicada pelo médico em Portugal, marcou entrevista por teefone, estiveram na clinica 3-4 horas e voltaram para Portugal depois de feito o aborto.
Houve tempo para a TAL TÃO FALADA CONSULTA ANTES DE FAZER ABORTO PARA SABER SE NÃO ERA POSSIVEL MANTER A GRAVIDEZ?
Em 3-4 horas!!!???
Sabe porque abortou aquela mulher?
Já tem dois filhos e não acha que pode criar outro porque lhe faltam condições económicas porque o Estado só lhe dá 20 euros de abono por cada filho.

O meu filho de dez anos ouviu e comentou:
Pois é , é mais barato ao Estado gastar 500 euros no aborto (quanto custou aquele aborto na clinica) do que ajudar os pais a deixar nascer e crescer aquele filho!!!!!

É mentira isto Sr.Frei Bento Domingues?

Ou é aquilo a que vai dar origem o SIM áquela tão simples e clara pergunta do referendo do próximo dia 11 de Fevereiro???!!!

E nós até precisamos de crianças!!

Mas há quem diga que não precisamos de "OBRIGAR" as mulheres PORTUGUESAS E EUROPEIAS a ter filhos (elas têm muito mais que fazer do que isso, pudemos IMPORTÁ-LOS DA ÁFRICA!!!!

Será essa a solução do Sr.Frei Bento Domingues!!!??

Eu tenho neste momento 3 fillhos e se o Estado permitisse que eu tivesse os meus filhos na mesma escola (o que nunca consegui até hoje) e se ee me desse a possibilidade de optar por um trabalho a tempo parcial por exemplo, eu tinha mais 2, 3 ou 4, gosto de ser mãe, sou mãe por gosto e opção, mas não sou burra, nem tacanha, nem os tenho porque alguém ou alguma coisa me obriga.
Então e o que diz o Estado a isto? Tem soluções?
A par do novo projecto de lei (do Código Pena) já há um projecto de lei para apoiar a maternidade e as que querem ser mães e aquelas que querem mas não podem (e são cada vez mais) e que chegam aos hospitais e têm que pagar tratamentos atrás de tartamentos, exames atrás de exames (caríssimos) e mais medicamentos e mais ficar na cama e quase não ganham e perderem os empregos que os patrões não estão para aturar isto! Já está na manga este projecto de Lei?

Mª de Lurdes
De José Costa a 8 de Fevereiro de 2007 às 17:58
Será mesmo o Frei Bento Domingues ou é outra pessoa?
Bem... o que a pergunta contém é mesmo "Concorda com a despenalização do aborto..."
Não se pergunta se concordamos ou não com a despenalização da mulher que comete um crime "abominável" (em linguagem da Igreja).
Se os nossos políticos pretendem despenalizar a mulher, mesmo aquela que pratica o aborto sabendo bem o que está a fazer e usando o extermínio como usa um outro método que irresponsavelmente, num dado momento, não usou, isso é uma coisa... agora que se permita, sem condições algumas, matar um ser humano em desenvolvimento no seio materno, até às 10 semanas, isso nunca!
Por isso temos o dever humano de votar NÃO!
De bento77 a 8 de Fevereiro de 2007 às 18:22
E consegue-me identificar isso (quem é ou não pela penalização da mulher que aborta neste prazo e nestas condições) na pergunta que vai ser feita no domingo?
Eu não consigo.
Esse é o grande problema. Andam a enganar-nos com a pergunta.
Qual a dificuldade de perguntar isto?
Concorda com a alteração da pena para uma mulher que cometa o aborto?
Simples
De Moonflower a 9 de Fevereiro de 2007 às 11:30
http://www.portaldafamilia.org/sclinks/linksvida.shtml
De PA a 9 de Fevereiro de 2007 às 18:26
A minha última reflexão antes de ir ali decidir a vida: A minha liberdade permite-me, obriga-me até, a fazer compromissos. A aceitação do compromisso é o exercício mais efectivo da liberdade (continua aqui) (http://vidadom.blogspot.com/2007/02/o-dom-da-vida-e-exigncia-da-liberdade.html).
De votamos NÃO a 10 de Fevereiro de 2007 às 20:11
Façam amanhã circular SMS's com a indicação "Bom dia. Ainda está a tempo de salvar muitas vidas! Vote Não!".
De Leila Fernandes a 10 de Fevereiro de 2007 às 23:59
A única reflexão que faço e vos convido a fazer é a leitura deste pequeno poema de uma santa que foi um dos maiores a fzer o que vocês fazem, ajudar. Ela foi Madre Teresa de Calcutá.

A VIDA é uma oportunidade, aproveite-a.
A VIDA é beleza, admire-a.
A VIDA é felicidade, saboreie-a.
A VIDA é um sonho, torne-a realidade.
A VIDA é um desafio, enfrente-o.
A VIDA é um dever, cumpra-o.
A VIDA é um jogo, jogue-o.
A VIDA é preciosa, cuide dela.
A VIDA é uma riqueza, conserve-a.
A VIDA é amor, goze-o.
A VIDA é um mistério, descubra-o.
A VIDA é promessa, cumpra-a.
A VIDA é tristeza, supere-a.
A VIDA é um hino, cante-a.
A VIDA é uma luta, aceite-a.
A VIDA é uma aventura, arrisque-a.
A VIDA é felicidade, mereça-a.
A VIDA é a VIDA, defenda-a.

Acredito que a Vida vencerá. Parabéns pela luta.
Abraços, Leila Fernandes.
De diana alves a 13 de Fevereiro de 2007 às 00:11
As opiniões devem ser respeitadas e, como tal, respeito aquela que aqui é expressa embora seja totalmente contrária à minha.
Ninguém dúvida, ou ninguém o deveria fazer, de que há sintomas pós-aborto que são sentidos pela mulher e - consequentemente - por aqueles que a rodeiam. No entanto, gostaria de salientar alguns aspectos que me parecem interessantes.
É óbvio que um aborto - tal como qualquer outra cirurgia - engloba riscos. É óbvio que acarreta à mulher sequelas físicas e possivelmente psicológicas. Porém - pergunto eu - quais as sequelas de uma gravidez indesejada? Uma mulher que é "obrigada" a continuar com uma gravidez não sofre com isso? Não tem consequências negativas a nível psicológico? Acho que isso não deveria ser desmesurado e/ou esquecido.
Os sintomas que são enumerado, são graves. Todavia, acho que ninguém deveria pensar que uma mulher é capaz de fazer um aborto de ânimo leve. Ninguém gosta de se expor. Ninguém gosta de correr riscos. E esta linha de pensamento aqui presente continua a condenar a mulher por um direito a que ela tem - a escolha.
Gostaria ainda de corrigir uma informação. Nos países - que são muitos - onde o aborto é legal sabe-se que a taxa da prática cresceu. Têm razão. Perdem-na é quando se esquecem de referir que esta aumentou nos primeiros anos para depois diminuir consideravelmente. Ou seja, fazem-se menos abortos.
E o aborto - se não for legal - pode de facto acabar com uma vida. A da mulher que tem direito de cidadã democrática a optar pela escolha que considera melhor e vê esse mesmo direito ser diminuido com uma lei até aqui injusta.
Se falamos de "vida", falemos daquela que realmente existe. A de uma mulher que, devido aos seus motivos mais que próprios e válidos por serem seus, decide abortar. Porque, mais uma vez por motivos que apenas a ela lhe dizem respeito, não quer levar a gravidez até ao fim. A vida dela, se a sua escolha estiver limitada por essa mesma lei de "fachada" poderá ser destruída. E isso sim, é preocupante.
A mim parece-me positivo que o Estado trabalhe na prevençao e na ajuda à grávida. Sim. Sem dúvida. Mas apenas quando a mulher se quer assim considerar. Às outras, as que preferem o aborto, o Estado também deve "ajudar". Abdicando da penalização por uma escolha feita em democracia.

E, para terminar, uma simples opinião pessoal. O que está em causa, o que sempre se discutiu não é nem nunca foi se se é contra ou a favor do aborto. Isso sim é uma discussão falaciosa. Falamos de despenalização. Tema totalmente diferente. Ser a favor da despenalização não quer dizer que se seja a favor do aborto. Era bom que isso estivesse na mente da pessoas.

Com os melhores cumprimentos,
Diana Alves
De José Costa a 13 de Fevereiro de 2007 às 23:48
Obrigado Diana pela sua participação.
O texto longo que colocou aqui é um sinal que leu e deu relevância a este blog!
Aliás, apraz-nos registar a forma correctíssima como escreve.
Porém, há aspectos na substância que gostaria de destacar.
As sequelas duma gravidez indesejada são infinitamente menores que as que decorrem da opção de por termo ao desenvolvimento vital do filho!
Os problemas psicológicos que afectam mulher-mãe quando está grávida sem ter planeado podem ter uam duração de alguns meses e podem ser ultrapassados com apoio sereno e oportuno!
Os problemas posteriores ao aborto permanecerão para toda a vida!
Que o diga quem abortou e quem foi ajudada a assumir a sua gravidez! Se pensar bem, quantos de nós não somos fruto duma fecundação não prevista e consequentemente indesejada, não programada, mas aceite! E ainda bem, Diana!
Concordo que há mulheres que não farão um aborto de ânimo leve mas também acredito que haja mulheres que o farão sem qualquer problema de consciência! Há ainda aquelas que precisam de uma atenuante legislativa despenalizadora para se sentirem mais serenas e em paz com a sua consciência!
Porém, depreendi que não está a favor do aborto!
Que razões terá então para estar também contra?
Acha que a mulher só está grávida quando decide, ela própria, sentir-se grávida? Quando assim se quer considerar? Trata-se então uma questão de escolha, um direito que possui? Mas isso está contra o conceito mais básico de liberdade! A escolha nunca pode ser entre o bem-estar da mulher e a morte do seu filho! Este é também um princípio filosófico basilar! Só quando idênticos valores se colocam nos dois pratos da balança se poderá optar por um!
O aborto é um mal, é um erro e tem sempre subjacente uma irresponsabilidade de alguém ou um atentado à dignidade da vida humana!
De facto, algumas mulheres serão as últimas culpadas desse crime hediondo a abominável que é matar um ser humano indefeso, em desenvolvimento no útero materno, local que a natureza definiu como o ideal para ser acolhido, protegido e merecer o exercício do amor!
Portugal disse sim à despenalização do aborto! Os defensores da vida continuarão a dizer não à morte! E quando dizem sim di-lo-ão à vida! À vida da mulher e do seu filho, para que uma saiba acolher e amar e outro seja protegido e posso vir a corresponder a esse amor! E assim conseguiremos encontrar mulheres a dizer: - Obrigada! Eu não abortei por ter tido alguém que me ajudou!
Permitindo o abortamento, o Estado não ajuda a Vida! Promove a morte e mancha de sangue as “suas mãos”.

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