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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

VISEU "INVADIDA" POR DEFENSORES DA VIDA

 

Tal como estava previsto, realizou-se no dia 4 de Fevereiro, a CAMINHADA PELA VIDA, em Viseu.

Pelas 15:30 horas começaram a ocorrer ao Campo de Viriato pessoas oriundas de toda a cidade e concelhos limítrofes. Rapidamente a zona de concentração ficou repleta.

Há hora marcada, já com mais de 2000 pessoas presentes, deu-se início a este evento organizado pela ADAV-Viseu.

Uma enorme faixa onde se podia ler "Caminhada pela Vida", marcava a frente do cortejo. Seguiam-se outras faixas – Movimento Cívico "Escolhe a Vida", ADAV-Viseu - e as restantes faixas de identificando as várias fases da vida – Concepção, Nascimento, Adolescência, Jovens, Adultos, Avós - colocadas estrategicamente. Os "caminhantes" ocuparam as suas posições. É relevante a participação de muitas mulheres (algumas grávidas), crianças, adolescentes, juventude e anciãos. Um carro de som seguia no cortejo, ambientando o evento, difundindo canções e hinos de apoio à vida.

Rapidamente se verificou que a caminhada estava a ser um sucesso! Mais pessoas se foram integrando, ocupando os lugares que correspondiam ao seu grupo etário.

Em passada lenta, respeitando o ritmo dos dos mais velhos, o amontoado de pessoas passou por várias artérias da cidade de Viseu – Rua Serpa Pinto, Rua Ponte de Pau, R, Mj. Leopoldo Silva. os Escuteiros assumiram a orientação do trânsito. Junto a Fórum Viseu, já o número de participantes rondava os 3000. Grande foi o impacto conseguido nesta zona da cidade, considerada a "catedral do consumo e diversão". Os participantes mostravam-se animados e cantavam canções com letras distribuídas em folhas pela organização.

Entrando na Av. Ant. J. Almeida, ficou-se com uma noção muito clara da multidão que esta iniciativa conseguiu mobilizar. Cerca de 4000 pessoas desfilavam mostrando que o aborto é um mal em si mesmo, não sendo solução! Começaram a fazer-se ouvir slogans cantados apelando ao Não!

 

Chegada a Rossio, o impacto foi enorme! Um mar de gente passou pela "sala de visitas" de Viseu rumo ao "Jardim das Mães", local escolhido para o final desta actividade. De facto, o seu simbolismo colocou mais afectividade na iniciativa, uma vez que a vida é sempre acolhida pela mãe, no seu ventre, local de segurança e desenvolvimento de uma nova vida!

 

Com o jardim repleto, procedeu-se à largada de pombos! As palmas irromperam dos manifestantes e ecoaram por toda a zona envolvente.

Mais música deu animação maior! Canções foram cantadas em uníssono!

Seguiram-se intervenções breves incidindo sempre na necessidade de se defender a vida como dom e responsabilidade de todos. Um apelo ficou bem patente: "No dia 11 de Fevereiro a resposta só pode ser uma: Não!".

 

publicado por adavviseu às 23:04

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5 comentários:
De ze larcher a 6 de Fevereiro de 2007 às 23:33
Ainda bem que há VIDA em Viseu. Força! Vamos continuar a defender a Vida, com o Voto no Não à morte de um ser humano.
Parabens ADAV Viseu por este bom trabalho de dinamização e parabens a todos os que participaram e deram o seu contributo para este Abraço à Vida em Viseu

Ze Larcher
De Anónimo a 7 de Fevereiro de 2007 às 11:31
Muitos Parabéns pela vossa iniciativa e pela Vida e Alma que puseram em toda a campanha. Qualquer que seja o futuro que o referendo reserve ao País, Viseu cumpriu realmente a sua parte em defesa dos nossos Valores Éticos.
João Paulo Geada
De Mª de Lurdes a 7 de Fevereiro de 2007 às 13:31

Foi bom ver que em quatro dias, poucos que eram conseguiram juntar tantos, com tanta alegria e entusiasmo, foi bonito ver as crianças a cantar "Estes são os filhos da nação...."
Com garra, força. É a nova geração que irá perceber aquio que a actual está a querer estragar.
Ao contrário de alguns que pensam que devemos afastar as crianças, foi bom ver todas as gerações representadas, desde grávidas, crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos, homens e mulheres...
Agarra , Agarra a vida
Ela é dom
Ela é para todos
Para toda a vida!

De fátima a 7 de Fevereiro de 2007 às 17:37
Fico feliz pela forma como os viseenses prontamente aderiram a esta forma de manifesto.
Muitos foram os testemunhos de várias mulheres, mães e filhas... que de lágrimas nos olhos partilharam histórias de vida...
entre eles, partilho este grande testemunho, de uma mulher, que com muita coragem, abre as páginas do livro da sua vida e partilha:
"já passaram 20 anos, aos 16 anos fiquei grávida, muito assustada, sem apoio de ninguém, sem saber o que fazer, sem coragem de assumir, achei que a minha vida tinha chegado ao fim...
até que o meu namorado, hoje meu marido, me olhou nos olhos e disse: Juntos temos a maior das responsabilidades mas apesar de tudo sei que só o amor vencerá.
este filho nasceu e mais tarde muito desejei ter mais filhos e não consegui. Acolhemos mais duas crianças órfãs de mãe e pai e tenho a certeza que somos felizes. Não posso dar-lhes roupas de marca mas dou-lhes o mais importante, um LAR onde o respeito, amizade, partilha, amor... são o sustento de nossas vidas. Sem Eles a minha vida era um grande vazio. Por isso aqui estou a gritar NÃO ."
De Mª de Lurdes a 7 de Fevereiro de 2007 às 19:54
Quanta diferença tem esta partilha de uma história de vida, com a que há duas horas atrás ouvi relatar na antena 1 da nossa rádio portuguesa.
Um programa de rádio onde uma jornalista foi visitar a clinica dos Arcos em Badajoz, que já tem uma para começar a trabalhar em Portugal, quer ganhe o sim, quer ganhe o nao como a própria dona da clinica disse, clinica essa construída com o que ela tem ganho com os abortos feitos nas duas clinicas que já possui em Espanha!
Um casal português deslocou-se na 2ª feira, dia 5 de Fevereiro de 2007 a essa clinica, de pois de ter marcado consulta por telefone.
Chegou esteve á volta de 3, 4 horas nessa clinica e voltou depois de ter feito um aborto. (NÃO DISSERAM QUAL O TEMPO DE GESTAÇAO)

A história é a seguinte, a Maria - nome ficticio - e o marido têm dois filhos, ele disse que tem 34 anos (foi o marido que falou à antena 1) e que não podiam ter mais filhos por razões económicas e que foi o médico em portugal que os aconselhou a ir á clinica a Badajoz!
Dizia ele " É como se morresse um filho, mas tem que ser assim, ganho 20 contos de abono por cada um dos outros, eles dizem que ajudam a ter filhos mas assim não dá e eu acho que não podia dar a este o que estou a dar aos outros - não disse como vivem, nem o que fazem - . E ponto final.
Dizem , ainda agora houvi a campanha na televisão e algumas pessoas de alguns partidos dizem que o que se pretende é apenas despenalizar a mulher, que o aborto clandestino nem sequer vai terminar, apenas vai ser menor, porque os outros vão ser feitos em condiçoes de saúde boas e com acompanhamento e ajuda de psicólogos, médicos, etc.
Então e em quanto tempo se pergunta á mulher se ela não quer pensar melhor?
Então em 3 - 4 horas que foi o que disse a directora de LOS ARCOS, consegue-se atender uma mulher, saber se ela não está disposta a pensar melhor, fazer o aborto, fazer a recuperação pós aborto e voltar para casa?
Realmente querem convencer-me de que o flagelo do aborto vai acabar. Mentira
O flagelo do aborto cladestino pode diminuir, mas o flagelo do aborto vai aumentar como tem aumentado em outros páíses. Como é que num país onde há poucas crianças, nos damos ao trabalho de deixar fazer aborto a uma mulher apenas porque acham que talvez não tivessem condiçoes de o poder criar nas mesmas condições com que já estão a criar outros dois que já têm?
damo-nos ao luxo disto?
Afinal o que andamos a fazer?
Até o meu filho de dez anos (as crianças não são parvas!!!) disse : Ó mãe sabes é mais fácil e barato abortar (são só 500 euros!!) do que o Estado e a sociedade ajudar a nascer e a criar um filho!
Lá isso é verdade, ele tem razão.
Ao que chegámos!
Motivos para abortar? Nem é preciso tê-los, mas um pai dizer: a minha mulher veio abortar porque não me ajudam a ter o meu filho!!!!?????
Desilusão foi o que senti na voz daquele homem. E a mulher como estaria?
Nunca vão esquecer!
E ainda são tão novos!
Mª de Lurdes

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