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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2007

As questões que levam a um Não!

ABORTO

10 Questões a considerar para tomar a minha decisão sobre a pergunta do referendo do dia 11 de Fevereiro.

 

 1)      EMBRIÃO com 10 semanas. Já é uma vida, um ser humano?

                       

A resposta é dada pela observação! Indiscutível!

 2)       O Aborto per se é  algo que repugnamos naturalmente ou aceitamos com indiferença?

Nunca poderia concordar que se despenalizasse (i.e. legalizasse) um acto que deliberadamente conduz à morte de um novo ser humano, de uma nova vida. O próprio juramento de Hipócrates (pai da Medicina) o refere.

 3)       A questão de ser até às 10 semanas é relevante? Quando é que se forma a nova vida, o novo ser humano?

É cientificamente indiscutível que a nova vida se inicia com a fecundação e logo a partir daí qualquer acto voluntário que tenha como objectivo interromper o decurso natural da gravidez é um homicídio, pois uma nova vida está em desenvolvimento no ventre materno.

 

4)       Afinal, impedir deliberadamente que um embrião ou um feto se desenvolva no útero da sua mãe deve ser considerado um crime, um homicídio?

A defesa da vida não é só um dever de todos os profissionais de saúde como também de todos, já que é uma questão de respeito pela própria espécie.

Por este princípio fundamental do respeito pela Vida, não se pode permitir que ninguém por razões económico-psico-sociais ou outras possa legalmente autorizar a morte assistida do seu feto, que é sem dúvida um crime, um homicídio, ainda que cometido por uma mãe em desespero em circunstâncias muitas vezes infelizes e até sob coação de familiares. Nos tribunais se deve decidir quem é ou são os responsáveis por tal acto hediondo.

 

5)       A mulher por ser quem dá à luz e tem a responsabilidade de suportar o embrião gerado durante 9 meses, tem o direito exclusivo de decidir se deve abortar,ie, decidir sobre o destino de uma nova vida gerada dentro de si? A mulher pode então dispor e escolher por quem ainda não tem voz? O direito de liberdade de escolha da mãe impõe-se sobre o direito  de nascer do seu filho?

O novo embrião, foi gerado pelo pai e pela mãe, pelo que ambos têm igual responsabilidade sobre o seu filho, mas como novo ser humano, este tem direitos, alguns alienáveis, como o direito à vida que ninguém, nem mesmo ambos os pais podem por em causa.

 6)       O Estado deve financiar e criar condições às mulheres que decidirem que o novo embrião em desenvolvimento não deve nascer?

O Estado não deve financiar nem criar condições a crimes ou actos repugnáveis. Antes deve promover a saúde e dar ao cidadão um modelo e exemplo a seguir. Deve legislar para apoiar e fazer o que estiver ao seu alcance para prevenir os crimes, fiscalizar o cumprimento da lei e julgar os infractores.

 7)       Há mulheres que em desespero optam pelo aborto e como não é legal em Portugal, têm que recorrer ao aborto clandestino em condições de risco para a mãe. Devemos então legalizar para lhe proporcionar a opção desesperante, mas em condições sanitárias?

Ainda que um crime possa ser frequente, não é admissível que o possa justificar ou tentar despenalizar, pois não se corrige um erro com outro erro. Permitir que uma grávida opte pelo aborto não vai impedir novas gravidezes, nem melhorar a sua situação económico-social e nunca apagará da sua consciência tal crime ( a morte do seu próprio filho). Penso que esta dor será mais penosa do que qualquer outra que possa haver de um aborto clandestino.

 

8)       Se o aborto tem múltiplas causas sócio-económicas, em que aspecto é que a despenalização contribui para a sua prevenção e combate às suas causas?

Em nada. Na realidade a despenalização tenta passar a falsa ideia de que o problema ficará minimizado. De alguma forma, o Estado lava as suas mãos, já que os mais desfavorecidos não se poderão queixar da prole numerosa, pois sempre haveria a hipótese legal de “abortar”. A legalização abre um novo ramo de negócio às clínicas privadas que assim não terão de o fazer “clandestinamente” e a médio prazo ainda poderão vir ser comparticipadas pelo Estado!

 

9)       O que poderia ser feito para combater o flagelo social do aborto, qual o caminho? A despenalização?

O aborto é um problema complexo que não se resolverá facilmente, mas apenas com uma atitude responsável, empenhada e comprometida por parte das entidades governamentais, de educação, saúde e de apoio social, mas nunca permitindo que a morte autorizada de um feto “indesejado” faça parte desta solução.

Que o Estado aplique o orçamento que tem previsto para financiar o aborto nos hospitais e centros de saúde, em gabinetes de apoio social, que ajude as mulheres e as famílias que precisam de ajuda. Não ignoremos a nossa consciência, nem nos iludamos com a falsa solução imediata da “despenalização” do aborto. Que se apoie as instituições sociais que verdadeiramente lidam com o problema há décadas, mesmo sem recursos, apoiando as grávidas em risco.

 

10)   Que opção tem quem pensa em desespero optar pelo aborto? Que apoio podem ter?

Se há mulheres que em desespero querem optar pela morte do seu futuro filho, então que se invista na educação para prevenir e no apoio social para acompanhar estas grávidas em risco, “curando” o seu desespero para não abortarem. Aliás já há algumas instituições (muitas de inspiração Cristã), que fazem verdadeiros milagres há décadas, apesar dos governos nunca os terem relamente apoiado ou reconhecido o seu valor no combate a este flagelo.

 

CONCLUSÃO

O estereótipo da sociedade global materialista e egoísta está infelizmente a pressionar-nos a rejeitar os nossos próprios valores, a nossa identidade e a nossa consciência. Tentam vender-nos a vida fácil, de sorrisos, de satisfação imediata dos impulsos sem pensar nas consequências, sem responsabilidade, de libertinagem, sem respeito pelos direitos dos outros, sem pensar no futuro.

Que cada um assuma e viva segundo aquilo em que acredita verdadeiramente e não se deixe influenciar por falsos modelos de filosofia de vida importados pelo fenómeno da globalização e por falsos idealismos de liberdade.

 Temo pelo tipo de vida que nos querem vender e aos nossos filhos, mas quero acreditar que ainda há esperança e tentarei empenhar-me na defesa dos valores que me foram transmitidos, enquanto tiver forças.

Há valores que devem ser mantidos, respeitados, defendidos e inquestionáveis, pois só assim poderemos viver em consciência como pessoas humanas íntegras, preparando uma sociedade justa e humana para os nossos filhos.

Paulo Simões

(Farmacêutico)

 

publicado por adavviseu às 01:35

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24 comentários:
De Otto Costa a 1 de Fevereiro de 2007 às 10:06
1.Obviamente que um embrião de 10 semanas não é vida . Como é que pode achar que haja vida numa estrutura nervosa tão primitiva ? É algo sem o mínimo de fundamento .
2.A sua resposta a uma acto que se repugna é o tratamento desumano de milhares de pessoas, a mutilação de centenas e a morte de algumas? O que pretende obedece claramente à definição de crime hediondo .
3.4. A vida inicia-se na fecundação ?? Então e o espermatozóide e o óvulo não são vidas, pela mesma definição que utiliza?
Se usar a definição de vida baseada no ser humano, às 10 semanas de desenvolvimento não tem vida
5. O filho de que fala não existe . Quando passar a existir terá direitos . Antes, não .

Ainda está a tempo de votar sim.
De Mª de Lurdes a 1 de Fevereiro de 2007 às 11:15
1. Obviamente que nas primeiras ecografias que fiz dos meus filhos - antes das dez semanas o que eu vi foi o MEU FILHO , meu e do pai, não um feijão, uma erviha, uma minhoca ou um monte de "quaquer coisa". E tem fundamento sim senhor, veja as imagens dessas "coisas" depois de abortadas e depois fale!!!!
2. Quem trata desumanamente milhares de pessoas????
Quem defende a vida, da mãe e do filho, ou quem defende só uma e porque isso tem interesses demasiado importantes para uma sociedade individualista, revoltada com tudo e todos, demasiado preocupada com a sobrevivência de alguns apenas por motivos económicistas - veja-se o fecho das maternidades e outras medidas idênticas!!!
Quem defende a vida, tem-se preocupado em ajudar quem precisa de apoio e ajuda, mesmo que não tenha apoio da sociedade e do estado e dos patrões e dos empregadores. Já passou por uma gravidez e por ter fihos pequenos?
Já passou pea humihação de he dizerem "MAIS UM FILHO? é complicado, o trabalho!! assim é que as mulheres querem ser tratadas iguais pelos homens, então e o mundo e a vida é só trabalho, e patrões?
Então e nós HOMENS E MUHERES? não somos nada? somos uma "coisa" DENTRO DA NOSSA MÃE e continuamos uma "coisa" cá fora, pois é assim que somos tratados como coisas e quando estivermos doentes - até foi um acidente ou uma doença grave - e quando formos velhos - se tivermos a sorte de lá chegar - somos tratados como????
Não fale em crime hediondo, ABORTO faz sabe quem?
Quem tem á sua volta pessoas que olham para o ado e veêm "coisas" só!~
Quem não teve uma mão amiga, quem não teve coragem de gritar mais alto: eu sou capaz, quem tem ao seu lado homens que não são homens, que fogem, que não assumem, só assumem o prazer e a resposabiidade fica em cima da mulher, etc, etc e podia continuar...
A mulher nunca aborta por que quer, aborta porque não tem solução, porque está pressionada, porque nãop consegue decidir demasiadas são as pressões.
E é isto o melhor que o Estado e a sociedade e a familia e os amigos têm para her oferecer???
Presente envenado, que lhe vai envenenar a vida, a alma.
3.Qual definição, a vida é vida e não discutam mais isso que é só conversa fiada, a vida não tem interrupções, começa e acab como tudo.
Uma semente quando inicia a germinação é que deu origem a uma nova planta. A semente tem em si a potencialidade de ser vida, é vida quando germina.
O ser humano é gerado a partir de duas pessoas - o homem (espermatozoide) e a mulher (óvulo) ambos têm em si a potencialidade de gerar vida, a vida acontece quando se fundem, a partir daí a vida não se interrompe, não para até á morte.
5 Tem direitos sim, tem direitos de sucessão, ás dez semanas se o pai morrer esse filho vaai herdar nessa herança, tem direitos tem, tem direito a nascer, como eu, como o Sr, como todos nós, poirque é que eu tenho direito a nascer e o Sr. também e eles não???
Porquê?
Selecção? (Aqui compreendo, há quem queira o mundo só para alguns - é que a escassez natural dos aimentos é um facto e nós não estamos a saber idar com isto!!)
Facilidade? (a vida nunca é fácil, mas pode ser bonita)
Método anti-conceptivo (mas se já há concepção)
Então porquê? Não dá jeito
Foi chato até era só uma brincadeira mas acabou mal!
Vidas tristes e dificieis? E com o aborto a vida já deixa de ser triste e dificil, passamos todos a ter uma vida boa?

AINDA ESTÁ A TEMPO DE VOTAR NÃO!!!!
Mª de Lurdes, filha, mulher e mãe
De Joana a 2 de Fevereiro de 2007 às 13:50
Grande mulher!! Assim é que é falar!! Temos que parar este mundo de supostas facilidades que querem oferecer a torto e a direito! O feto também tem direito à vida e tem voto na matéria, isso nem deveria ser discutível!
SIM à VIDA! NÃO AO ABORTO!
De Nuno Dias a 5 de Fevereiro de 2007 às 09:04
Então 10 semanas não é vida? Gostaria de saber como está neste momento a fazer comentários se não passou por essa etapa!!!!!
Então e o Estado não tem € para ajudar as instituições mas tem € para pagar abortos???? Deve ser o € que está a poupar com o fecho de maternidades.
Então e a solução para um problema é matar? O que fez o Estado desde o último referendo para solucionar este problema?
Fico à espera das respostas.
De adryka a 1 de Fevereiro de 2007 às 16:40
Como pode haver pessoas tão frias e tão cruéis, nada percebem de nada, até uma semente lançada á terra passados um dias começa a germinar e daí dará a planta que . Como podem dizer que n/ existe vida com 6 semanas até? gente ignorante, só tem uma direcção o seu olhar, a direcção á morte, podres crianças que uma seita de cruéis deu com eles no seu santuário. Bjs
De Otto Costa a 2 de Fevereiro de 2007 às 11:05
Caras concidadãs

Que eu saiba ninguém vai preso por matar uma semente ou planta já crescida . Vai-se preso por matar gente . Como podem, em nome de plantas e sementes, maltratar e ferir o próximo ? Por favor não façam isso . Ainda estão a tempo de trazer justiça a este país .
Porque a ciência não engana ninguém e os factos estão lá visíveis a todos .
De Joana a 2 de Fevereiro de 2007 às 14:15
Caro Otta Costa,
a natureza é igual para todos e nós também fazemos parte dessa natureza. A semente e uma planta são apenas exemplos de como a natureza é perfeita e tem o seu ciclo. Ao irmos contra essa natureza quem sofre as consequências somos nós. Sofrem as mulheres que o fazem. Complicar é ir contra as leis da natureza que posteriormente tem os seus efeitos. O nosso organismo foi feito para funcionar de certa forma, contrariá-lo é um erro. Um exemplo: O ser humano tem necessidade de se alimentar de tempos em tempos se não o fizer obviamente vai morrer de fome. Repito: Quem sofre unicamente somos nós, seres humanos.
Agora falando na justiça: não me parece que seja justiça eliminar um ser ou mesmo um futuro ser (já que penso ser uma estupidez essa discussão acerca de poder ser eliminado porque não é vida, pois mesmo que não seja vida é uma futura vida o que vai dar ao mesmo) pois este também tem um voto na matéria.
Relativamente a esse sofrimento que os meninos vão ter, também acho que é um argumento sem sentido, para já não somos videntes para adivinhar se vão TODOS sofrer ou não e segundo: será que devemos pensar assim: "Se vai sofrer então é melhor não viver??" Além de que o sofrimento muitas vezes é bastante bom nas nossas vidas para crescermos como pessoas. De qualquer forma não digo que não tentemos evitar o sofrimento dessas crianças mas a solução não passa por eliminar essas futuras crianças mas sim pelo apoio que deve haver vindo do estado.
Ir contra a natureza é ir contra algo muito mais forte que nós, a solução não é criar um mundo de supostas facilidades (pois em vez de facilitar, complica) mas sim investir no apoio a esses problemas sociais e dar boas vindas às vidas futuras, tal como nos deram a nós.
P.S. A ciência também prova que o feto já é vida com uma estrutura independente, dependendo apenas da alimentação e oxigénio, pode informar-se acerca disso.
Nunca é tarde demais para mudar de opinião e decidir ficar no melhor lado, aquele lado que nos chama e a que inconscientemente somos "puxados", o lado da natureza e da vida!
De Otto Costa a 3 de Fevereiro de 2007 às 00:05
Cara Joana

Como não ir contra a natureza ? A natureza diz-nos que só temos 30 anos de vida . A natureza diz-nos que os filhos nascem quando calha (diga adeus ao planeamento familiar e contraceptivos) . A natureza diz-nos que em caso de doença não há remédios nem médico para ninguém . A natureza trata de tudo... A natureza dá-nos uma caverna (diga adeus ao conforto da sua casa) . E não se esqueça de, quando for o parto da sua criança, de ir para a mata e de, ainda de cócoras, cortar o cordão umbilical com os dentes .
Se para si a vida é o mesmo que uma futura vida, então aí é que tem mesmo que matar e matar muito . Uma mulher pode ter entre 20 e 30 filhos . Cada um a menos, pela sua definição, é claramente um assassínio .
Um filho se vem na altura errada ou está a mais traz sofrimento para os pais e quaisquer irmãos que tenha . Pensar “se vai sofrer então é melhor não viver” é um pensamento a que todos estamos condenados se não queremos maltratar os nossos filhos . Vir sofrer implica fazer sofrer os outros .
A ciência indica-nos que o feto às 10 semanas não tem os neurónios que sustentam uma pessoa . É tão vida como um coração, um figado ou um braço; não gente como nós .
O meu inconsciente diz-me que estou do lado certo . Mas tem razão, sou um homem racional . Se estiver enganado, mudo de lado, mesmo contra o que sinto .
De Mª de Lurdes a 3 de Fevereiro de 2007 às 17:22
Embora pense que esta "discussão" se pode eternizar não vou deixar de voltar a comentar as opiniões do Sr Otto.
Se a ciência não engana ninguém, então quem parece estar enganado é o Sr. Otto, pois a ciência (veja as opiniões dos cientistas - aqueles que têm a coragem de dizer a verdade, não os que dão a volta as questões e não respondem), nenhum deles é capaz de afirmar que a partir da união do óvulo e do espermatozoide, não há vida, ás vezes dão-lhe a volta e rodeiam a questão com o problema "do monte de células" bla bla bla etc. etc. mas perempetóriamente ninguém o diz, e volto a reafirmar, quando eu vejo a ecografia do meu filho é o meu filho que está lá e desminta isso!
Quanto á natureza, vamos ser rigorosos, a natureza dá equilibradamente aquilo de que precisamos para viver. Como se vive, foi dado ao homem (e porque é homem e não animal ou vegetal porque esses não tem capacidade para montar uma casa, etc, etc) a capacidade (inteligência, habilidade, perspicácia, etc, etc) para se quiser melhorar a sua condição de vida , foi-lhe também dada a sabedoria, sensibilidade e outras coisas mais, para saber o que é bem e o que é mal, (aquele ditado popular - quem bem fizer a cama bem se deita nela - pode aplicar-se aqui em jeito de explicação). Ao longo dos anos o homem foi evoluindo e nós todos sabemos que foi conseguindo o conforto, a liberdade, etc. etc. para poder viver melhor como individuo, grupo, sociedade...
Só que como somos homens, falíveis, com defeitos (nâo somos só bonzinhos e sabedores) temos cometido graves falhas ao longo dos anos, dos séculos...Falhas como : a escravatura, a opressão, a guerra, o terrorismo, etc, etc. A própria busca desenfreada do conforto e do prazer está a levar o mundo a um caos - ecológico , por isso preservamos as espécies - moral , por isso devemos preservar o homem, social , por isso devemos ter leis que protejam a sociedade e etc, etc, etc.
Neste contexto dizer que para que o homem/ a mulher/ a familia não sofra é preciso que o homem/ a mulher/ a familia/ a sociedade prescindam daqueles que não se podem defender (porque são pequeninos, indefesos - já viu imagens de abortos?- devia ver , aliás devia ser mostrado na televisão, queria ver quantos portugueses votavam SIM!! Queria ver essa coragem!
Que maravilha será a partir do dia em que for fácil abortar em Portugal, como o é em tantos países, vamos ter um país por demais progressita, um país rico, próspero, não mais verei um pobre numa esquina, não mais verei familias tristes e desprotegidas, não mais verei alguém como fome, não mais verei mães a chorar, não mais verei familias destroçadas!! Não quero crer que um país que foi dos primeiros a acabar com a escravatura, a acabar com a pena de morte (e nunca deixou de ser o que era) vai passar agora a ser um país desenvolvido!
Agora não vou responder mais aos seus comentários. Vou querer falar consigo daqui a alguns meses, daqui a alguns anos e fazer consigo um balanço do desenvolvimento que o nosso país, as nossas familias passaram a ter.
O homem de hoje, deste século, possuidor (na Europa , nos Estados Unidos e mais alguns países) de uma liberdade conquistada por tantos e tantos que deram a vida, não está a saber usar essa liberdade, está a voltar-se contra si próprio e vergonha das vergonhas, não tem coragem de se virar de igual para igual, vira-se contra os que nada podem fazer para se defender COBARDES!!!!
Quanto a sofrimento. já dizia a Joana (obrigado Joana) quem lhe diz a si que os que poderiam nascer vão sofrer ou fazer sofrer?
Quem lhe diz a si que os que nascem (têm a sorte de os deixarem nascer) vão sofrer mais ou menos? Que garantias tem disso?
Já viu quantas mães ao terem filhos com que já não contavam, ou que vieram em alturas dificieis, são por vezes aqueles que mais as ajudam?
A minha sogra teve 9 filhos, viveu 36 anos na cama, quatro filhos nasceram já ela acamada, era criticada, nos 1ºs tempos da doença arrastava-se no chão para fazer a comida aos filhos. Morreu aos 66 anos rodeada de filhos e netos, feliz e realizada, com sacrificio todos hoje tem uma vida especial, são felizes porque a mãe era mãe e uma grande mulher. sacrifico? Sim, mas Feliz. Hoje quer-se prazer, mas não há felicidade! Essa e a consciência tranquila conquistam-se dia a dia .PENSEM!
De Otto Costa a 5 de Fevereiro de 2007 às 02:02
Cara Mª de Lurdes

Não é o seu filho que está lá, é o corpo do seu filho . O seu filho só vai lá estar mais tarde, a partir das 24 semanas .
Pode gostar muito de uma forma humanóide numa imagem ou de um boneco de plástico como o que muitos partidários do não por aí mostram . Mas são apenas manifestações do instinto animal . É ele que nos leva a gostar e a sentir afecto por bonecos sem qualquer coisa que se pareça com um cérebro funcional . Não é pela vida que nós sentimos esse apego, é pela forma . Tão depressa como sentimos afecto por estes, sentimos repulsa por pessoas queimadas ou com tumores e nem por isso deixam de ser gente .
Por favor não queira fazer depender a sua opinião dos “cientístas” . A senhora Mª de Lurdes é uma pessoa e cidadã da nossa república . É tão cientista e tão dona da verdade como esses senhores . Não lhes deve nada . A ciência é de todos nós . Se tem alguma lacuna no seu conhecimento científico nesta matéria em específico pode ir directamente à fonte : e g : http://brainmind.com/FetalBrainDevelopment.html
http://www.visembryo.com/
Quem se vira “contra os que nada podem fazer para se defender” são os partidários do não que atacam as mulheres indefesas e inocentes que apenas querem proteger o seu corpo do meio ambiente hostil . Não vê que estas são as únicas vidas que estão em causa ? Por favor não as queira maltratar . Por favor proteja-as .
Com os votos de que não fique cristalizada na sua ideia, deixo-lhe muitos cumprimentos
De Ñuno Dias a 5 de Fevereiro de 2007 às 10:08
Sr. Otto:
"Não é o seu filho que está lá, é o corpo do seu filho." Estas palavras são suas e com elas só está a dar razão aos defensores do NÃO.´É O CORPO DO SEU FILHO. Não precisa de dizer mais nada. A sua consciência diz-lhe para votar NÃO. E as palavras são suas.
Já agora, tire os partidos desta discussão. Aqui não há partidários do não, existem sim defensores da vida da mulher e de um feto, enquanto vocês apenas defendem a vida da mulher. Esta é a grande diferença.
Na Alemanha também o Aborto é livre, mas agora o Estado viu-se obrigado a dar 25000€ a cada casal por cada filho que tenha, porque a taxa de natalidade é baixa?
JÁ AGORA, o que fez o Sr. Otto pelas mulheres desde o último referendo????
Fico à espera de respostas, se as tiver...
De Mª de Lurdes a 5 de Fevereiro de 2007 às 21:18
Só vou acrescentar um ponto, um único a esta "discussão" :
Quanto á defesa das.. cito " as mulheres indefesas e inocentes que apenas querem proteger o seu corpo do meio ambiente hostil . Não vê que estas são as únicas vidas que estão em causa ? Por favor não as queira maltratar . Por favor proteja-as ."
FIM DE CITAÇÃO.

Como é que se pode proteger uma mulher e oferecer-lhe de bandeja (presente envenenado) o aborto?
Em nome de uma sociedade mais justa?
Em nome de uma sociedade mais solidária?
Em nome de uma sociedade que diz "Eu sou rico,. tenho dinheiro posso ter os filhos que achar que devo ter, MAS quem não tem dinheiro, quem não tem condições não pode ter filhos, porque a selecção obriga a que só vinguem os ricos e poderosos (veja-se a ONU quer que as mulheres dos países pobres de África tenham menos filhos e sabem porquÊ? è que assim é mais fácil extorqui-lhes aquilo que eles têm para dar e que faz subsistir os paises ricos, e em troca não é preciso gastar tanto a ajudá-los a viver melhor com a cultura, a identidade desses povos.
E ficamos nós todos a olhar para aquela pobreza, é uma tristeza, diz-se, mas e ajudar? mas e colaborar, em vez de termos ricos cada vez mais ricos, porque não distribuir riqueza? É utópico? Pois é, é mais fácil dar soluções drásticas, acaba-se , facilita-se e assim podemos viver tranquilos, há métodos anti-concepcionais, se falha (nós até nem somos humanos, nunca falhamos em nada!!) temos o aborto, não há problema, 1º o Código Penal aceita, já não é crime, depois a sociedade que até condenava vai deixando de condenar, é uma questão de passar uma geração ou duas e depois até já há países a deixar abortar até final da gravidez !!! - e tudo em nome da saúde psiquica e psicológica da mulher e das condiçôes sócio económicas das mais pobres (que os ricos tão bem sabem defender!!!)
Continuamos a ter uma sociedade JUSTA???!!!
MAS QUE JUSTIÇA!!!???

Ao longo dos séculos a mulher tem conseguido libertar-se de algumas dificuldades, hoje na civilização ocidental mais do que em qualquer outra a mulher é independente, é cooperante na sociedade, fala abertamente, actua em conformidade com o que pensa e sente, não precisa de ter defensores, não precisa que tenham dó e pena dela, precisa de respeito.
Não precisa que a defendam usando argumentos falsos, escondidos por detrás de politicas e ideias que sob a capa de justas vão mais uma vez aprisionar a mulher e deixá-la mais dependente, sujeita a outras humilhações mais profundas e dolorosas do que aquelas que são tão badaladas nesta campanha.
Vejam que em Viseu fez-se um encontro de profisionais da medicina (foi o único que teve até agora direito a aparecer na televisão) onde se debateu COM ENFASE A MORTE DE UMA MULHER EM 1990 (mais ano menos ano) . ISTO É QUE É UMA EPIDEMIA DE MORTES POR ABORTO?
E quem sabe de quanto tempo estava gravida ?
É que LEMBREM-SE ás dez semanas e um dia já é crime (embora o artigo 142 , no projecto de lei que irá ser aprovado caso ganhe o sim, há mais qualquer coisa do que isto, E NÃO SE FALA DISTO, MAS É SÓ CONSULTAR O SITE..) d as mulheres vão contunuar a ser presas? E julgadas? Porquê?
Respondam sériamente a isto.
Não vejo ninguém responder.
Que sociedade justa e solidária estamos a organizar para os nossos filhos?

Uma sociedade selectiva?
Como se sentirão neste momento aquelas crianças, adolescentes e jovens que por qualquer motivo nasceram com deficiências ou doenças incapacitantes ou que têm o azar de terem ficado doentes ou tiveram um acidente que as incapacitou, a sociedade está a discutir a rejeição de tudo o que obsta ao facilitismo da vida, se não é produtivo, se obsta ao desenvolvimento elimina-se (HITLER VOLTOU?) O probelma agora é que não é só um, mas uma sociedade individualista, cheia de orgulho em si mesma, que não olha para o lado, mas por cima do ombro e tem pena, muita pena dos mais desprotegidos, TENHAM DÓ, pena tem as galinhas já dizia a minha avó. Deêm condições, ajudem, criem condições, apoiem as futuras mães, elas preferem ser apoiadas a terem um filho do que empurradas - encurraldas a fazer aborto, porque ninguém o faz de ânimo leve, isso não, mas que são pressionadas são (LEIA MAIS ABAIXO O TESTEMUNHA EM 1ª MÃO e diga se não há pressões?
De Nuno Dias a 5 de Fevereiro de 2007 às 09:08
Ninguém vai preso por matar sementes???????
Então anda meio mundo preocupado para defebder os ninhos de animais e você faz um comentário deste tipo?
Fico à espera da resposta
De Otto Costa a 5 de Fevereiro de 2007 às 11:34
Caro Nuno Dias

Passar por uma etapa não implica considerar a etapa como vida . Todos fomos fetos com menos de 10 semanas, mas também fomos espermatozóides e óvulos (“celulas vivas” que já acha cordial “matar” e por sinal até já “mata” aos milhões todos os dias), e também fomos proteínas, gordura e glícidos no estômago das nossas mães .
Se quer mudar o estado candidate-se a primeiro ministro, ou pelo menos que se faça ministro . Não é com um voto no referendo que vai conseguir decidir qualquer das questões que colocou . O referendo nem sequer é sobre uma lei; é apenas uma pergunta .
O feto não tem vida . O que está a fazer é simplesmente maltratar pessoas sem nenhuma contrapartida para ninguém .
A maternidade pertence às pessoas . Não pode usar a coacção para aumentar a natalidade . Querer trazer ao mundo crianças infelizes à custa do sofrimento das mães e do desaparecimento de crianças felizes é um meio cruel para conseguir um mero fim estatístico .
Se acha que o país tem falta de crianças, tem uma solução muito mais simples e humana : Importe-as de África, onde há em excesso e estão à fome .
Os ninhos de animais são defendidos porque são um bem público e para permitir às pessoas que querem, que continuem a avistar certo tipo de pássaro . É uma discussão que nada tem a ver com o referendo .
De fatima a 5 de Fevereiro de 2007 às 15:57
Caro sr. Otto!

li e reli as suas palavras e na verdade a conclusão a chego, é que só disse palavras soltas e sem sentido.

É daqueles que apela a uma sociedade justa e mais humana mas que defende plenamente a defesa do ovo do pobre passarinho em vias de desaparecer só porque, como diz, "alguns querem continuar a ver". Só posso reconhecer que o Sr. nem a sua raça sabe defende, como pode dizer que o que quer é defender a mulher? quando expõe desta forma não a está a defender. Acredito que uma mulher quando pensa no aborto é porque não tem mais alternativas (reforço as palavras da Lurdes). O que está em causa é uma questão humana, se o problemá está na falta de condições sociais então que sejam apresentadas propostas sociais. Se o problema é uma questão económica que se apresentem soluções económicas...
Assim, Sr. otto, eu até ponderaria se o seu lado estaria a defender as mulheres.
Como pode o sim ser justo se só fala de direitos?
eu cresci numa sociedade que me educou para lutar pelos meus direiros mas exigindo-me a cumprir os meus deveres e a respeitar os direitos dos outros. Só assim se pode falar de justiça.
Aproveito para homenagear a minha mãe que sabendo dos seus direitos soube cumprir o seu dever, Amar, amar, amar e muito trabalhar para defender os seus 5 filhos que criou com muita dificuldade, sem muitos meios económicos, etc, etc...
mas que me soube ensinar o essencial, a mim e aos meus irmãos, saber respeitar-me a mim própria e aos outros, mesmo os que não têm voz.
Sim, como o Sr. já foi um dia e que a sua maezinha permitiu que se desenvolvesse e estivesse aqui hoje como pessoa humana que foi um dia, é e será até à morte natural, isto se lhe for permitido, porque por este andar, a seguir o que o seu lado vai querer é colocar a refendo a eutanásia, vai colocar em causa o viver das pessoas que vivem com algum grau de deficiência, acautele-se... pois se tem algum acidente...
Parece que teremos uma sociedade de pessoas normais, que maravilha!...
mas,... pergunto-me : "o que serão pessoas normais?"...
Sem demagogias, dia 11 a minha resposta só pode ser NÂO.
De Nuno Dias a 5 de Fevereiro de 2007 às 16:08
Como eu já calculava não respondeu às questões que lhe coloquei!!! Porque será?
Pelo que eu sei, espermatozóides e óvulos separados não formam nenhum ser!!!! Portanto o seu comentário é ridiculo e até me faz rir. Só revela falta de argumentos.
Qiuanto à politica nem lhe respondo porque eu acho que os partidos não deviam ter opinião neste referendo = consulta popular.
O resto dos seus comentários são de um baixo nivel tremendo que nem meressem o meu tempo.
Mas demonstram que afinal acredita que existe vida antes das 10 semanas.
Já agora, no seu entender qual a diferênça entre 10 semanas e 10 semanas e 1 dia?????????
De Joana a 6 de Fevereiro de 2007 às 20:11
Para começar quero referir que existem imagens bem explicitas em que o feto se tenta defender a todo o custo quando o tentam matar, portanto não é uma COISA DE PLÁSTICO. Depois tanto se fala nas coitadinhas das mulheres que vão sofrer porque nasce um filho, esquecem-se de falar que essas mulheres correm sérios riscos se quiserem posteriormente engravidar ou mesmo riscos de morte e atenção não sou eu que o digo à toa, existem casos concretos de mortes de mulheres que fizeram um aborto mesmo nas melhores clínicas com todas as condições e que eram infalíveis , pelo menos supostamente. Um aborto não é algo rápido, fácil e simples de fazer, como é conhecido pela sociedade. Duvido que uma mulher que tenha feito um aborto não se arrependa ou diga que foi a coisa mais simples do mundo, porque para além de não ser simples é também perigoso para a sua saúde, para não falar no feto, pois isso já não tem nada que se diga.
Aqueles países que permitiram o aborto estão agora a tentar andar para trás na sua decisão porque vêm que está a haver consequências para o país: é a falta de natalidade e consequentemente o envelhecimento da população, é as consequências de saúde e de risco de morte como já referi, entre muitas outras... Até mesmo o Bush está a tentar remendar esse erro (pelo menos isso está a fazer bem).
Sr. Otta , "pior que um cego é aquele que não quer ver", peço-lhe reflicta nas discussões que aqui foram apresentadas antes de ter a ânsia de argumentar quase sem pensar. Com tempo leia o que foi escrito e depois... bem depois, espero que tenha tomado a decisão que é melhor para a sua consciência. Ah e não se esqueça: tente ver imagens de abortos, para ver o quanto "bonito" é...
De resto as palavras deles, Mª de Lurdes, Nuno Dias, adryka , fatima , são as minhas.

Os meus cumprimentos com esperança que decida o melhor lado, sendo fiel à sua consciência e coração.
De Otto Costa a 7 de Fevereiro de 2007 às 00:52
Votar sim permite que cada um possa agir em paz com a sua consciência . Acha que há vida, não aborte . Acha que não há, aborte . Para quê querer que o estado se substitua a cada um de nós ?
Não queria deixar de apelar à tolerância . Queria apenas que me respeitassem tal como os respeito . A todos desejo muitas felicidades .
De José Costa a 7 de Fevereiro de 2007 às 10:16
Já entendi! Despenalizar o aborto é mesmo o que se deseja! É encontrar um dispositivo legal que amenize as consciências, para que fiquem em paz!
Mas sabemos que há más e boas consciências em função dos valores que se defendem! E matar um ser humano, que está em desenvolvimento, vai ser sempre um atentado ao valor maior da espécie humana que é a Vida, que deverá ser sempre entendida como dádiva, desafio e tarefa! Ou pretender-se-á exclui aqui, provavelmente, as mães que se dizem só mulheres, mesmo quando grávidas e que abortando, matam o seu filho, como quem bebe um copo de água?
Votar NÃO é defender a vida e as vidas de mãe e filho!
Como li já num cartaz... "Ainda estamos a tempo de salvar muitas vidas"!
De Nuno a 7 de Fevereiro de 2007 às 10:51
Essa parte do respeito eu gostei. Assim é que é falar, mas os seus comentários anteriores não indicam nada de respeito pelos outros.
Pense só nisto. Se a sua mãe quisesse abortar e achasse que não havia vida você não estaria aqui neste momento.
Ainda pensa que não há vida???????
De Joana a 7 de Fevereiro de 2007 às 10:59
Se a mãe quisesse mesmo abortar, independentemente do aborto ser legal ou não, abortava mesmo. A única diferença era que tinha de ir a um qualquer vão de escada encher os bolsos de algum médico ou de alguma enfermeira em vez de se dirigir a um hospital / clínica autorizada para o efeito.
De Mª de Lurdes a 7 de Fevereiro de 2007 às 14:53

Se acha que eu mereço respeito, respeita-me, se acha que não, não me respeita!
Se gosta do seu vizinho, trata-o bem, senão pode dar-he um tiro!
Se acha que deve andar na rua vestido, anda, se acha que deve andar despido anda!
Se acha que deve ser sério nas contas do seu trabalho, seja, se acha que não roube á vontade!
Se acha....
Para quê o Estado meter-se na minha vida?
Qual o interesse!!!!????
De Joana a 7 de Fevereiro de 2007 às 12:32
Gostaria que para a proxima esceve-se o seu nome com alguma diferença , para se poder diferenciar o destinatario.por exemplo Joana 2 ou algo do género.
De Joana(a favor do não) a 7 de Fevereiro de 2007 às 12:48
Vou começar por indicar o meu nome com Joana (a favor do não) para não haver confusões de identificação.
Então também devíamos pensar assim: "Já que o assassino vai matar de qualquer forma então vamos dar condições para que ele mate bem"??? Embora aqui seja um pouco diferente, já que as mulheres não vão fazer o aborto de ânimo leve, nem por puro desportivismo, mas sim porque a sociedade as encurrala. Quase obrigando-as a cometer um crime. Essa solução deveria estar fora de questão. É uma solução comodista de quem não se importa de passar por cima de terceiros. Já para não falar nas imensas clínicas que iriam ficar a ganhar milhões se o sim for ganho. Gente que não pensa na vida mas apenas no dinheiro, tentam iludir quem precisa de ajuda, com o falso pretexto de que vai ser a melhor solução. Não entendem como estão a ser manipulados por gente que só se importa com dinheiro ganho de forma suja???
O não, não é uma opinião mas sim um dever humano!

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