.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Fevereiro 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28

.posts recentes

. 11 de Fevereiro - Dois an...

. SEMANA DA VIDA

. ADAV-VISEU … UM NOVO FÔLE...

. Feliz 2008... em favor da...

. Vidas abortadas legalment...

. MADELEINE

. 2007, Maio, 6 - Dia da Mã...

. Vamos caminhar pela vida!

. Dia Internacional da Mulh...

. A REN e os resultados do ...

.arquivos

. Fevereiro 2009

. Maio 2008

. Janeiro 2008

. Agosto 2007

. Maio 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

O seu nome / e-mail:
Comentários / Perguntas:

Como encontrou este blog?
Gostou deste blog?
Sim Não
meet singles contador usuarios online Salud sites

.Consigo, já são...

Free Cell Phones
Las Vegas Condos
blogs SAPO

.links

Terça-feira, 16 de Maio de 2006

ACOLHE A VIDA E VIVE-A!...

 

Ÿala® 

O Estatuto do Embrião

  

Eu... Tu... Todos nós já fomos um embrião...

O embrião é um ser humano, com todos os direitos a ser, a crescer, a viver... 

Os direitos do ser humano não dependem da cor da pele, nem do peso, nem da medida, nem de qualquer outro factor que nos torna diferentes, em qualquer estádio de vida... 

Desde a fecundação até à morte natural há um “continuum”, uma continuidade ininterrupta, sem cortes e sem saltos de substância.  Ninguém tem o direito de dispor da vida de outro e de dizer a alguém: “Tu não tens direito a existir.  

A vida do ser humano mais frágil protege-se e apoia-se... Não se elimina... 

Ninguém pode ser objecto de intervenção, experimentação ou investigação, a não ser que seja para melhorar e dignificar a sua vida pessoal, autónoma e única.

 Nem tudo o que a ciência pode e sabe fazer, deve fazer. A norma última da ciência é a consciência... 

A partir do momento em que se prevê que possa haver vida humana, é ilícita qualquer intervenção que possa prejudicar o desenvolvimento desse ser.

Qualquer lei civil que não respeite a vida humana, em   qualquer situação e em qualquer fase, é uma lei iníqua e deve se rejeitada.   

                                                                                                         

A fecundação de embriões excedentários para quaisquer fins, é um processo que não respeita o estatuto do embrião nem a dignidade do ser humano.

Cada ser humano tem direito a uma família onde os seus progenitores biológicos sejam os que ajudam a crescer a vida, ao encontro de uma liberdade feliz.

 

A dignidade da vida humana

 

Importa respeitar a dignidade de todo e qualquer ser humano, em qualquer fase da sua vida.

A dignidade da vida humana diz respeito às condições de vida a que cada ser humano tem direito.

 A tortura, física ou moral, a pena de morte, bem como todos os outros atentados à vida são aberrações, indesculpáveis num mundo civilizado.

 

A dignidade do morrer

 

A morte de alguém é um acto pessoal que coroa todo um percurso de vida terrena.

 Toda a pessoa tem direito a viver a sua morte com respeito, dignidade e qualidade, dotada de todos os meios que lhe possibilitem ser sujeito da própria morte.

 Quando alguém pede para morrer, diz apenas: “quero viver com dignidade os meus últimos momentos” e ainda: “eu não quero esta vida desta forma”.

 Dignificar o fim da vida e o morrer significa integrar a morte num projecto de vida...

 “Tal vida – tal morte!”. Sim, a vida é um percurso que cada pessoa deve viver em nome pessoal e em primeira pessoa.

 A eutanásia é sempre moralmente condenável mas a distanásia também é eticamente reprovável.

 Morrer na sua vez e no seu momento próprio, em companhia dos seus e de mãos dadas com a vida é a dignidade possível para os últimos momentos de alguém.

 

 

 

 

 

publicado por adavviseu às 19:16

link do post | comentar | favorito
|
3 comentários:
De António Faure a 17 de Maio de 2006 às 20:09
Decidir em consciência!

Quando se invoca este direito pressupõem-se que se está a pensar no direito a
decidir em consciência moral o que implica decidir com critérios de
eternidade, não com critérios de interesses mesquinhos imediatos.. Com
efeito, como afirmava Dostoievsky, "se Deus não existe tudo é permitido".
Bem lá no fundo, o que nos impede de fazer mal ao outro - de tratá-lo como,
na nossa maneira de ver, merece, inclusive matá-lo - não é o laico e sem
sentido respeito pelo semelhante, mas a consciência, sentida ou não, de que
no outro estão presentes a imagem e os direitos do Criador.
Decidir em consciência - com ciência, com sabedoria - exige um esforço
vital e permanente: procurar a verdade objectiva, esforçar-se por agir de
acordo com ela, fazer o bem e evitar o mal, fazer aos outros o que gostamos que
nos façam, não fazer o mal para obter o bem.
Invocar como problema de consciência a liberalização do aborto é no mínimo
um contra senso: porque se o o que existe no ventre da mulher não é uma vida
humana não existe problema de consciência; mas se, pelo contrário, no ventre
da mulher grávida existe uma vida humana não se deve hipotecar a consciência
- porventura a eternidade - aos interesses pseudo-humanistas dos lobbys
capitalistas do aborto, da investigação legal ou ilegal com os não nascidos,
da indústria de cosmética...
Porque, como escrevia Tomás Moro a sua filha Margarida antes de ser
decapitado,"Esta é uma daquelas situações em que um homem pode perder a
cabeça e, apesar disso, não ficar prejudicado "
De CA a 19 de Maio de 2006 às 21:16
Já pensaram nos embriões que se perdem na procriação natural? Por cada gravidez que se desenvolve há, em média, um ou mais embriões fecundados que se perdem por várias razões, alguns deles apenas porque não conseguiram implantar-se.
De Ângela Barros a 21 de Maio de 2006 às 16:01

1.ª publicação a 21 de Maio de 2006 às 08:39:
Todos nós temos por missão de fomentar a cultura da vida. Sendo a família o espaço por excelência de viver, de educar e de celebrar o dom da vida, temos de dar as mãos e unir os corações para que juntos fomentemos a vida. Bem sabemos que há dificuldades humanas e sociais, contudo o AMOR deve prevalecer de forma a dar voz à VIDA desde o primeiro instante ao último suspiro.
Ângela

Comentar post

.subscrever feeds