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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

Um testemunho... o meu! (Parte III)

... 

                                                         (continuação)

Regressei a casa. O aborto já eu tinha feito. Agora passava os dias em total solidão. Fazia tudo para não me cruzar com a minha mãe. Não podia olhar para ela! Não que a amasse (era minha mãe!) mas fez-me um mal enorme ao obrigar-me a colocar fim à vida que em mim viveu durante cerca de treze semanas e meia.

        As dores continuavam e o sangue não parava! Eu não aguentava mais! Sentia-me fraca e tinha fortes dores de barriga. Ela não me levava ao médico por ter vergonha e não desejar que soubesse. Desisti de estudar, pois não conseguia andar na rua.

Pensei que pudesse morrer das hemorragias. Será que nem assim me levaria ao hospital? Como seria possível que uma mãe pudesse ter levado uma filha a este estado?

Recordo que, um dia saí de casa e assaltaram-me pensamentos fortes. Deparei com um amigo. Convidou-me para tomar café, coisa que era hábito aceitar. Eu recusei mas ele viu no meu rosto algo diferente e questionou-me:

- Que se passa? Não estás bem! Não estás a pensar fazer algo de mal, pois não?

 - Não – respondi eu – vai tu tomar café! Eu talvez vá lá ter!

Afastámo-nos e eu gritei-lhe: - És um amigo formidável, cuida e ti!

Desloquei-me para um lugar isolado junto a uma ravina e tentei acabar comigo! Mas o meu amigo tinha-me seguido e impediu-me. Agarrou-me, deu-me dois estalos e disse-me:

- Tu estás louca?! Tu queres terminar com a tua vida não tendo tu culpa alguma no sucedido?!

Levou-me para casa e tudo ficou em segredo.

Gradualmente as hemorragias foram sendo cada vez menores e cerca de três meses após comecei a sentir-me melhor fisicamente.

Conheci depois o meu marido! Foi uma razão para sair de casa e ir viver com quem me amou, tal como eu era. Engravidei de novo e senti medo, muito medo! Foi também com receio eu lhe dei a notícia! Mas ele ficou louco de contente! Aceitou o bebé e começou logo a fazer planos para a nossa vida, a três.

A minha mãe ficou novamente chocada por ter a filha grávida segunda vez. Queria-me modelo profissional, com um futuro “lindo”, sem filhos!

Mas hoje, sou mãe, a tempo inteiro! Tenho três meninas lindas! É a maior e melhor dádiva, esta, de podermos ser pais, de termos dado vidas!

É certo que a dor de parto é dolorosa, mas é uma dor linda quando sabemos que poderemos olhar o sorriso das filhas! Temos algo nas mãos, sentimos o seu corpo vivo, acompanhamos o seu desenvolvimento, suas traquinices. Temos preocupações, é certo! Mas é assim a vida! Não será assim que nos sentimos felizes?

Sinto porém uma mágoa muito grande. Uma tristeza ainda hoje me assola o coração. Não tive ninguém que se assumisse amigo e me dissesse: - “Não abortes! Eu ajudo-te!”

Eu teria fugido da minha mãe e tinha tido o meu menino! Jamais teria feito um aborto!

Por isso digo que uma gravidez indesejada pode gerar na mulher, desprevenida, medos e angústias. Mas, se ajudada, aprenderá a amar e cada sorriso do seu filho nascido será um momento felicidade!

Nada é mais lindo do que viver a maternidade!

Sei que meu acto foi reprovável. Por isso aqui o descrevo com a intenção de poder servir para reflexão.

A minha culpa ficou atenuada por ter sido impelida pela minha mãe, que já partiu deste mundo e a quem não consegui perdoar! Sinto-me triste por não o poder ter feito.

Mas hoje, sinto alegrias diárias com as minhas três meninas! São mulheres e vão crescer! Estarei sempre junto delas para que sintam como a mãe as ama!

Se, mais tarde, tiverem o descuido que eu tive, serei para elas sempre a melhor amiga, apoiando-as e aceitando!

Pior que uma gravidez indesejada é morrer ou viver com as marcas físicas e psíquicas por companheiras de vida!

 

Fim 

 

 

 Fátima G / Austria

publicado por adavviseu às 21:24

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|
20 comentários:
De fatima G. a 26 de Janeiro de 2007 às 13:09
Acabo de ler o meu testemunho e mais uma vez chorei ao recordar de novo um período muito infeliz da minha vida!
Por indicação de um amigo conheci este vosso blog. Ao ler algo já publicado, fiquei tocada! Tomei a iniciativa de fazer o testemunho! Com dor e arrependimento fi-lo! Enviei-o ao meu amigo que fez o favor de o dar ao coordenador deste vosso espaço!
Vejo-o agora publicado!
Agradeço esta oportunidade de dizer bem alto que abortar não é solução! A morte nunca foi solução quando feita pelo Homem! TUDO dever ser feito prevenindo a morte e dando mais vida a quem vive dificuldades! Mas a vida é também saber lidar e gerir as dificuldades! Só assim se conseguirá ser feliz!
Obrigado amigo! Obrigado ADAV-Viseu!
Força nesse vosso trabalho em defesa da vida! ~
Fátima G / Portuguesa na Austria
De Diogo a 26 de Janeiro de 2007 às 15:28
Parabéns pelo post, adorei.

http://anti-aborto.blogspot.com/
De Carlos a 26 de Janeiro de 2007 às 16:58
Vida Sempre...
Existe um novo hino para a campanha pela Vida:

http://guardavida.blogspot.com

Vamos todos Cantar a vida.

Carlos Duarte
De Angela Almeida a 26 de Janeiro de 2007 às 19:11
Ao ler e reler este testemunho de vida fez ferar em mim a certeza da VIDA. Obrigado Fátima por este seu testemunho. Também tenho 3 meninas.É a certeza deste amor gerador de vida que nos faz desintalar e amar a VIDA.
De Guard'a Vida a 27 de Janeiro de 2007 às 00:51
Deixamos esta partilha do nosso grupo cívico: um tema composto pela Banda Jota que apela à vida. Visitem para ouvir:

http://guardavida.blogspot.com
De Lurdes a 27 de Janeiro de 2007 às 01:09
Comecei a comentar estes três textos pela manhã, ainda não havia nenhum comentário, mas por falta de jeito e depois de tempo, não consegui colocá-lo. Qual não foi o meu espanto quando me ligar um amigo (o coordenador do nosso blog a dizer "Lurdes já viste que a autora dos textos comentou ela mesma tendo visitado o nosso blog para o efeito.
E agora aqui estou a tentar outra vez comentar aquilo que não é mesmo passível de comentário. É isto que o nosso mundo de hoje quer oferecer ás mulheres: dor, sofrimento, angústia para toda uma vida?
Penso que não e ao contrário do que possa parecer e ás mulheres que cabe, dizer "não". E a nós ADAV e outras associações deste género cabe hoje e no futuro ter respostas concretas a dar a quem como esta mulher se viu sózinha, sem uma mão para ajudar.
Mª de Lurdes, mãe de três meninos lindos !!!!
De My Way a 29 de Janeiro de 2007 às 11:32
Obrigado por me dar acesso a este blog. Sim à vida, sim à criança , sim à mulher... sim à prevenção, à ajuda. Em vez de legalizar e gastarem os milhões em aborto, aumentem o abono... algo do género!!!

Não ao aborto, não a sua legalização, não à dor, não ao sofrimento físico e psicológico .

Irritou-me profundamente essa mãe que não acompanhou Fátima... Mas que mundo este que vive das aparências!!! Mas que sociedade fútil... Ás vezes até vergonha de ser Portuguesa !!! Ou melhor, de pertencer a uma sociedade onde isto acontece...

Sem comentários!!!
De JD a 1 de Fevereiro de 2007 às 12:28
Muito bem! O dinheiro que se gasta em Referendos sem razão ética para serem feitos - A VIDA NÃO PASSÍVEL DE SER REFERENDADA! -poderiam canaliza-lo para as associações que se preocupam a ajudar quem na vida tem mais dificuldades!
O custo directo duma intervenção para a FPG vs IVG (Finalização Precipitada da Gravidez) poderia ser ofertada à mulher que é forçada a abortar!
Experimentem! E publiquem os resultados!
AINDA ESTAMOS, TODOS, A TEMPO DE SALVAR MUITAS VIDAS!
De Miguel a 5 de Fevereiro de 2007 às 12:13
Depois de ler este texto ainda mais me sinto inclinado para votar SIM. Afinal de contas se o aborto fosse efectuado num hospital ou numa clinica, poderia haver alguém a explicar à mãe da Fátima que havia alternativas ao aborto. Se ainda assim o aborto fosse efectuado, a Fátima não andaria meses com problemas relacionados com o aborto.

Mas queremos que os abortos se façam conforme este se fez e ficar no fim a lamentar? Ou, pelo contrário, queremos saber quem quer fazer aborto e oferecer alternativas?
De Mª de Lurdes a 5 de Fevereiro de 2007 às 21:37
Continuo a não entender, então esta mulher (na altura tão jovem ainda, queria ter aquele fillho, a mãe fez tudo para que ela não tivesse (pressão psicológfica principalmente - que nem se quer o Miguel comenta - impressionante!!!) e depois se o fizesse no hospital era tudo diferente!!!
Quer dizer uma mulher, quer abortar, ou alguém por ela pressiona, ela vai ao hospital (quantas vão aos hospitais abortar (dar de caras com a enfermeira amiga ou aquela conhecida, tem a certeza que vão?) o mais certo é ir a clinica , as tais espanholas que já estão prontinhas a começar no dia em que for aprovada a lei, ouviu falar não?! e eles muito compenetrados da sua função vão tentar por tudo dizer-lhe "não aborte, tenha o seu filho, bla, bla, bla" Tem a certeza? Mas que bonzinhos que eles são (Eles nem querem ganhar dinheiro á custa do sofrimento dos outros nem nada? Até nem é isso que eles fazem em Espanha - paraíso das clinicas abortivas? Ou também não ouviu falar disso?)
Mas que hipocrisia, ou então é inocencia fazer crer nessa cantiga.
Sabe o que acontece aquelas mulheres que querem ter filhos e não conseguem?
sabe como ão tratadas nos nossso hospitais?
Vá a Coimbra e outros locais e veja como tratam e são mulheres que querem ter filhos e pagam fortunas para os tratamentos e exames médicos e são tratadas como números. Como será com as que querem abortar.
Se há coisa que eu gosto de ser é ser mulher, tenho imenso orgulho, gostava que todas as mulheres pudessem dizer o mesmo, que todas pudessem ser livres como eu sinto que sou livre, é que liberdade implica respeitar-me a mim e ao outro (qualquer outro) que esteja ao meu lado. E um bébé está dentro de nós, como é possivel pensar que se defende uma mulher dizendo ás mulheres que a melhor solução dos seus problemas é abortar. Defendam as mulheres os homens que com elas dormem e tantas vezes não as respeitam, não as apoiam.
Defenda as mulheres o estado com leis que as apoiem, dando-lhes condições dignas de vida para terem os filhos que querem ter e aceitar algum que por falha humana possa aparecer na sua vida sem contar, mas que o estado a ajude a ter esse filho.
Defenda as mulheres as empresas e os patrões dando-lhes condições de subsistencia e de vida dignas;
defenda as mulheres a sociedade em geral, as familias, pois por vezes a própria familia é a causadora de grandes sofrimentos.
Que as mulheres se defendam da "prisão" que é viver com a morte de um filho ! Lembra hoje, amanhã, na idade adulta e na velhice. Pode não a condenar a justiça, mas condena-a a consciência que não a vai deixar dormir em paz uma vida inteira!
Pode parecer que esquece, mas fica lá para sempre!
De Miguel a 6 de Fevereiro de 2007 às 09:54
"a pedido da mulher e após uma consulta num Centro de Acolhimento Familiar, as primeiras dez semanas de gravidez, para preservação da sua integridade moral, ignidade social ou maternidade consciente;"

Qual é a parte do "Centro de Acolhimento Familiar" que não percebe?

De Mª de Lurdes a 6 de Fevereiro de 2007 às 17:03
Onde é que está isso escrito? Já viu a lei? Aliás o projecto de lei?
Acredita mesmo na BOAVONTADE desses centros e das clinicas?
Então porque é que o aborto ainda não diminuiu nos paises onde existem leis que o liberalizaram?
E onde o planeamento familiar estará possivelmente bem organizado?
E até onde existe educação sexual nas escolas?
Já viu mesmo os números?
Apenas em dois ou três países o aborto ESTACIONOU (nem sequer diminui) o que quer dizer que o argumento de que mudando a lei, acab o aborto é completamente falso.
É preciso ir ás causas que provocam o aborto para acabar com ele, não facilitá-lo e torná-lo normal, aceitável.
Como se pode aceitar que sejamos nós homens a desproteger-se a si próprio, a criar eis que nos desprotegem numa das fases mais frágeis da vida - o inicio - . Se este assunto provoca tantos debates, tantas posições moderadas, tantas posições extremas, vamos perceber porquê. Não releguem esta decisão (que mexe com a sociedade) para o FORO INTIMO de cada um. Cada homem tem uma opinião diferente sobre tudo. Como é que vamos deixar decisões que implicam a defesa da vida nas mãos de cada um de nós. Tem que haver regras. Tem que se saber exactamente o que é bom e o que é mau para o homem. Não podemos ser NINS, temos que dizer SIM ou NÂO.
Matar é bom ? Não.
Roubar é bom? Não
Ser corrupto é bom? Não
Não pagar impostos é bom? Não
Ser contrabantista é bom? Não
Espancar alguém é bom? Não
Enganar, mentir é bom? Não
A guerra e o terrorismo são bons? Não
O racismo é bom? Não
A pena de morte é boa? Não
Abortar é bom? Não
E podia continuar........
Nós, sociedade organizamo-nos no sentido de quem dela faz parte, viver em paz e ser feliz, não em função de só alguns serem felizes, todos têm direitos e deveres.
Os valores base não podem nunca ameaçar a própria espécie humana, pois sem homens o mundo não tem razão de existir!!
A parte que não percebo é esta, porque a outra dos tais centros....
DEIXEM-ME RIR, a hipócrisia está nisto, querem-me convencer de que tudo vai bem quando acaba em ABORTO.
Mª de Lurdes

De Miguel a 6 de Fevereiro de 2007 às 18:11
Isso está escrito na projecto de lei que a senhora referiu num outro post. Ontem mandava alguem ler o projecto de lei, hoje já não sabe o que lá está escrito? Não lhe interessa...

Em relação aos numeros, não discuto coisas que não sei. Acaso sabe quantos abortos são feitos actualmente em Portugal? Claro que não sabe, tal como eu não sei nem ninguém sabe.

O que acha da actual lei? Acha que uma meulher violada deve poder abortar? Muita gente do não acha que sim. Tanto apregoam a vida mas depois a vida de um fruto de uma violação ou de um feto deficiente vale menos que a vida de um fruto de uma noite fortuita... A hipocrisia está é nisto, em deixar efectuar uns abortos e outros não.

Em jeito de conclusão, já que esta discussão não leva a lado nenhum, eu também acho que o aborto deve ser evitado a todo o custo, mas prefiro saber que há 100 abortos do que ver as noticias como as que nos entram regularmente em nossa casa através da televisão, de crianças que são maltratadas até à morte pelos pais. Não era preferivel que essa mãe tivesse abortado? Sempre evitada alguns anos de sofrimento à criança.
De Mª de Lurdes a 6 de Fevereiro de 2007 às 23:13
E o senhor a dar-lhe com a hipocrisia. dá vontade de rir, 1º nao é vida, de pois se nós dizemos que sim, pregam a rasteira da lei actual.
Sabe neste momento discutimos o referendo actual, não tenho, nem sou obrigada a falar do que está para trás, falei, embora não pudesse emitir a minha opinião como hoje (pela idade), na altura em que foi aprovada a lei anterior. Como ela é, se está ou não correcta reservo-me essa opinião para depois do referendo e farei questão de para a semana, seja qual for o resultado, lembrar-me de vir aqui mostrar qual é.
Se não há argumentos para contestar o que dizemos, tentam dar a volta para ver o que sai.
A minha opinião está formada há muito tempo e como dizia um dia destes a uma outra mulher "sou convictamente não", porque é o melhor para a mulher, para os futuros bébés, para a sociedade mais livre, justa e feliz que desejo para os meus filhos (ou será que também como mãe estou a falhar ao querer o melhor para eles?!)
Das gravidezes que até agora tive alturas houve em que vi no meu trabalho caras pouco contentes pelo facto "de vir mais um" e quando tinha que amamentar? Era duro enfrentar os olhares reprovadores e os comentários! E se ficavam doentes? Era melhor ter cuidado, nem adoecer podiam!
Bem o que eu devia era não ter tido filhos, pela óptica do senhor, se não tenho as condições IDEAIS (o que são ideais?) então deixo para outros a capacidade de ter filhos ou de ter mais do que um, porque ás mães pobres, doentes, que trabalham, etc, etc, não o é permitido (novamente selecção?)
E continuo a dizer:
Quem sabe, quem vai sofrer.
Hoje vou na estrada tenho um acidente e ...sofro
Hoje vou ao médico e estou doente e ...sofro
Hoje morreu alguém de quem eu gostava e...sofro
Hoje o meu marido arranjou outra mulher e ...sofro
Hoje soube que o meu filho anda na dogra e...sofro
Hoje estou sem dinheiro para pagar a renda... e sofro
Hoje um amigo está com problemas e ... sofro
Hoje .. o sofrimento não acaba amigo, tenta e tentamos todos minorá-lo, atenuá-lo, nas causas, não nos efeitos.
E a lei, olhe mesmo bem para a lei TODA e veja como ela vai ser aplicada, até depois do referendo...
Mª de Lurdes
De Miguel a 7 de Fevereiro de 2007 às 09:54
Deixe-me dizer-lhe que anda muito enganada. A sua opinião sobre a lei actual é muito importante. Domingo vão lhe perguntar se concorda com a lei actual ou se acha que ela deve ser alterada. Portanto, ao defender o NÃO só se pode concluir que concorda com a lei actual.
De Joana a 6 de Fevereiro de 2007 às 21:15
Nem toda a gente tem a sorte da Fátima... http://coisasimplesepequenas.blogspot.com/2007_02_01_archive.html#8194557393786432450#8194557393786432450
De Paula a 7 de Fevereiro de 2007 às 18:59
Realmente tenho lido os comentarios do Miguel e da Ma. Lurdes e so tenho a dizer que este senhor nao tem um pingo de vergonha em escrever o que escreveu ...como tambem pensar tao baixo!!!Nao gosto ofender niguem mas tenho que dizer voce e um aborto de duas pernas andantes!!!Cresca e apareca e deixe de pensar tao reles!!!
De Miguel a 7 de Fevereiro de 2007 às 21:07
Claro, penso de maneira diferente já sou insultado a torto e a direito. Acaso eu já insultei alguém aqui?
Posso ter uma opinião diferente, posso contrariar argumentos mas nunca insultou ninguém. Já a senhora...

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