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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

Liberalização do Aborto, uma opção cada vez mais retrógrada!

Gostaria, desde já, de colocar algumas perguntas simples e objectivas sobre o que está em jogo neste referendo.

 

Todos concordamos que a sociedade “moderna” em que vivemos tem demasiada criminalidade, demasiada droga nas escolas (e fora delas), demasiados divórcios, demasiados jovens à deriva... Também todos sabemos que há uma fraca natalidade, poucas crianças, muitos idosos, grandes déficites a nível da Segurança Social e das pensões de reforma. Não seria de começar a resolver os problemas pelo princípio, de cortar o mal pela raíz? Mais, não seria de começar a impôr limites aos comportamentos irresponsáveis que campeiam por todo o lado? Ou queremos sol na eira e chuva no nabal?

 

Neste referendo o eleitorado vai sancionar ou condenar uma realidade já existente de facto, na sociedade actual, que é de uma certa aceitação tácita do aborto, e essa realidade não vai mudar de um dia para o outro. Decerto todos já sabemos e percebemos que o aborto é hoje livre e realizado em qualquer cidade deste país, também todos temos consciência de que nunca ninguém foi efectivamente condenado por tal crime, que a sociedade em geral aceita “na maior das calmas”. Mas não será chegada a altura de recomeçar a condenar socialmente uma atitude que na grande maioria dos casos é o epílogo de uma cadeia de comportamentos irresponsáveis, promovidos ou aceites passivamente pela própria sociedade, meios de comunicação incluídos?

 

Os portugueses vão dizer se sim ou não querem “despenalizar” o crime de aborto “desde que realizado a pedido da mulher, nas 10 primeiras semanas, em estabelecimento legalmente autorizado”. Deve haver aqui um malentendido... Então um crime, tal como é definido na lei, pode ser praticado em estabelecimento legalmente autorizado? Então vamos votar se o crime pode ou não ser cometido, sem que deixe previamente de ser crime? Então os nossos governantes (e juízes do Tribunal Constitucional) estão-nos a propôr que se pratiquem crimes em estabelecimentos “certificados” para tal? Eu não sou jurista mas este parece ser um caso notável de quadratura do círculo!

 

A questão também não causa problemas a nível da medicina e da ciência. Se o ser vivo chamado embrião é Homem com 2 meses de gestação ou só aos 2 anos de vida é irrelevante, trata-se apenas de uma mera convenção social que deve ser estabelecida pela sociedade como lhe convem em cada momento, por isso vamos decidir qual o prazo mais conveniente. Afinal de contas, para muitos ainda é mais importante ter um écran de plasma, um carro novo, a carreira a avançar, do que assumir um filho numa altura pouco conveniente, fruto de uma relação ainda menos conveniente. Vamos ajudá-los a serem ainda mais irresponsáveis?

 

Para concluir: há muitas décadas o homem “moderno” começou a fazer patifarias contra a natureza e ela vai-se voltando cada vez mais contra nós (incêndios, cheias, doenças cancerígenas...). Há várias décadas também iniciou-se a chamada “revolução sexual”, da qual o aborto é a cereja no cimo do bolo, mas podemos ter a certeza, mais tarde ou mais cedo, a liberdade em excesso vai virar-se contra nós, ou contra os nossos filhos ou netos...

 

Nota final: Afinal o que é IVG? Interrupção da Gravidez? Interrupção? Mas se se trata de interrupção, quer dizer que a gravidez é retomada mais adiante, tal como um mero corte de fornecimento de electricidade, por exemplo...

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 João Paulo Geada

 

publicado por adavviseu às 11:08

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