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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

Repetir erros será o caminho?

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Em matéria de Aborto, por enquanto, somente algumas breves observações.

Tive ocasião, há dias, de estar presente numa apresentação feita em Lisboa, na Faculdade de Letras, pela organização americana Justice Foundation, que luta desde há anos nos EUA pela anulação da liberalização do aborto naquele país, autorizado em 1973 pelo Supremo Tribunal de Justiça. Foram feitos, nessa conferência, depoimentos por parte de várias mulheres que passaram por experiências traumatizantes de aborto após a legalização. As conclusões de tudo o que foi relatado são muito claras, quer em termos pessoais, quer para a sociedade no seu conjunto, a legalização nada trouxe de bom para a América: em termos pessoais, casamentos destruídos, forte sentimento de culpa, sequelas físicas (como infertilidade ou até abortos espontâneos posteriores), dependência de álcool ou drogas, tentativas de suicídio que ocorrem com muito mais prevalência nas mulheres que abortaram. A nível da sociedade americana, no seu conjunto, após 1973, verificou-se um aumento explosivo no número de abortos, não em situações especiais mas em toda e qualquer circunstância e qualquer que fosse o tempo de gestação, verificou-se também simultaneamente um aumento explosivo dos maus tratos a crianças, o que é paradoxal quando um dos argumentos subjacentes à legalização era de que só nasceriam as crianças realmente desejadas pelos pais, verificou-se ainda um aumento significativo de divórcios, e de toxicodependência, e de doenças do foro sexual, com o advento posterior da SIDA, poucos anos mais tarde... Surpreendentemente, verificou-se ainda um aumento nunca antes verificado da população prisional do sexo feminino, devido em parte ao crescimento das redes de prostituição, tráfico de droga, etc. É claro que o clima de irresponsabilidade colectiva que permitiu a legalização do aborto contribuiu também em boa parte para o  agravamento progressivo destes e doutros problemas.

 

A conclusão óbvia a tirar das experiências verificadas noutros países que legalizaram o aborto é a de que não devemos de forma alguma repetir os erros que os outros cometeram há 10, 20 ou 30 anos, e que não devemos de forma alguma ser a “maria que vai com as outras”, só porque em quase todo o lado o aborto é legal. È altura de mais uma vez sermos nós a mudar o rumo das coisas, aqui no extremo ocidental da Europa. Só depende de nós dizer não e fazer ouvir bem alto a nossa voz.

 

João Geada

 

publicado por adavviseu às 11:01

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