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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2006

SLOGANS ABORTISTAS (V)

 

 

O ABORTO É...

...UM DIREITO HUMANO DA MULHER!

 

Esta afirmação, que vem sendo veiculada pelos lobbys abortistas e vai fazendo carreira nos organismos internacionais, não passa de refinada e hipócrita manipulação.

 

Direitos Humanos, salvo melhor opinião, têm a ver com a Pessoa Humana, consequentemente com o respeito pelas Leis que a Natureza nela inscreveu. E seria absurdo pensar que nos preocupamos com o habitat das rãs, com a conservação dos sobreiros, com a poluição da água que bebemos e do ar que respiramos, com o bem-estar de cães e gatos...e não defendemos a qualidade da nossa Natureza Pessoal. Será que o que é bom para a Natureza dos minerais, vegetais e animais não o é para a Natureza da Pessoa Humana?

Lesar os legítimos direitos de outrem, mesmo que essa decisão, aparentemente, nos favoreça nunca pode ser considerado um Direito e, muito menos Natural. Seria aceitar a Lei da Selva. Mesmo a reducionista definição de liberdade Iluminista defendia que “a minha liberdade termina onde começa a liberdade do outro”. E o aborto nega, à criança não nascida, o direito a existir e à realização pessoal.

Direito Natural da Mulher, próprio da sua Natureza, não é abortar mas poder levar, em condições dignas, uma gravidez até ao fim. E criar essas condições é dever de cidadania e responsabilidade de todos nós.

 

Na minha adolescência convenci-me que a Esquerda agrupava a grande maioria das pessoas com ideais de justiça social, de solidariedade, de liberdade, de respeito pela dignidade do outro...A Direita era o terreno dos instalados, dos situacionistas, dos preocupados com o seu umbigo...

Com desilusão verifico que não é assim. Pelo menos no que respeita à Esquerda que se movimenta nos corredores e bancadas do Poder. Sem garra para apresentar soluções para as grandes questões do séc. XXI, continua a agitar como novas, actuais e progressistas, as bandeiras esfarrapadas e bafientas das questões que a sociedade do séc. XX resolveu. O que mais dói, porém, é que se tenha transformado na correia de transmissão do projecto imperialista e totalitário que procura dominar a Sociedade Global e que tem as suas raízes nos movimentos racistas que dominaram a primeira metade do século passado e nas utopias da “revolução cultural” dos anos 60, Em 1969 um relatório da UNA-USA (Associação das Nações Unidas dos Estados Unidos da América), de que era responsável John Rockfeller III, lança a ideia de usar os organismos da ONU e as ONG`S para executar a política americana sem que os USA possam ser acusados de Imperialismo. Em 1974, o Relatório Kissinger afirma que “os gastos para o controle da população podem ser muito mais eficazes do que os que procuram aumentar a produção através de investimentos directos em instalações de irrigação, indústrias e projectos energéticos” (§ 53). Poucos anos mais tarde, o Chefe do Departamento Para A População da USAID revelava em entrevista ao St. Louis Post-Dispatch de 22 de Abril de 1977, que era seu objectivo esterilizar a quarta parte das mulheres em idade fértil de todo o mundo de modo que se mantivesse “a operacionalidade normal dos interesses comerciais dos Estados Unidos no Mundo” (1)

 

A partir deste pressuposto a estratégia é simples: o auxílio económico aos países que dele necessitam, ou o solicitam, está dependente da aceitação de programas de controlo de natalidade, nomeadamente:

- da difusão de uma mentalidade anti-vida;

- da recusa de uma moral sexual;

- da perversão de crianças e adolescentes à revelia dos pais;

- da promoção da homossexualidade, pedofilia, incesto, bestialidade;

- da elevação da esterilização e do aborto à categoria de direitos humanos… (2). Como consequência, a constituição de uma sociedade formada por submissos cidadãos normalizados, incapazes de distinguir entre legalidade e moralidade e sejam, portanto, incapazes de se rebelar e decidir em consciência.(3)  

 

 

(1) Kasun, J., The War Against Population, citado por Riccardo Cascioli, El Complot Demográfico, Palabra, 1998, pág. 107

(2) Cfr. Riccardo Cascioli, El Complot Demográfico, Palabra, 1998, Parte III e Apêndice, pág. 149-246;

(3) Cfr. Schooyans, M, The New World Order and Demographic Security, in Population Research Institute Review, Vol. 3-4 (Julho-Agosto de 1993; Pinto, Mário,  O célebre relatório Kissinger e a política internacional maltusiana, Público (?). Huxley, Aldous, Admirável Mundo Novo, Livros do Brasil. A sua leitura é tão actual quanto interessante.

                                                                                  A.Faure

publicado por adavviseu às 19:52

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3 comentários:
De Anónimo a 4 de Novembro de 2006 às 23:49
O nosso país ficou, há tempos, chocado com a morte da Joana.
A mãe foi condenada, porque matou a filha.
Mas afinal que crime cometeu a mãe?
Ela só esperou um pouco mais que as dez ou doze semanas para abortar.
Pois, azar… que o país viu o rosto da Joana.
De contrario, esta e muitas outras “Joanas” podem ser mortas, desde que não lhe vejamos o rosto.
A Joana foi esquartejada, o seu corpo mutilado, tal como fica o corpo de uma “Joana” que é sugada do ventre de alguém, que se intitula Mãe!
Porque nos preocupamos, em salvar crianças, jovens, adultos, velhinhos?

Sorte a deles… tiveram direito a uma foto!
De Francisco Monteiro a 7 de Novembro de 2006 às 22:54
Até poderíamos pensar que a Esquerda tomava essas posições por força da ideologia colectivista, que é a sua, de sujeição totalitária do indivíduo ao Bem-Comum. Mas nem isso. A defesa do aborto não é mais do que a sujeição do indivíduo inocente e indefeso ao interesse mesquinho e egoísta dos mais fortes.
De Nita Ferreira a 22 de Novembro de 2006 às 21:49
Voz no vento

Uma voz que a alma habita
Atravessa deserto e mar
Uma voz que no vento grita
E que não posso calar

Traz-me o som dos ficaram
Lá na terra de ninguém
Murmúrios dos que tombaram
No ventre da própria mãe

Porque ter como inimigo
Um inocente por perigo
Fruto de amor e afeição?

Ainda que pudesse calar
Esta voz no vento a bradar
Não calava o vento, não!

Nita Ferreira

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