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Domingo, 29 de Outubro de 2006

Poema à Vida!

 

"Então...e a criança?"

 

 

A Vida é Dom de Deus, de ninguém mais!

Mas é zero p'rá distorcida mente,

que não hesita em matar um inocente,

cujo "crime" foi dar prazer aos pais.

 

Do uso e abuso dos prazeres sexuais,

és livre, mesmo tu, adolescente!

Engravidas? - Mata a Vida nascente,

livra-te dela, que não ouves seus ais!...

 

É isto que apregoa a Liberdade!

Coitadas das mulheres! Tenham piedade!

O que elas sofrem por terem da abortar!...

 

O que elas sofrem?! - Então...e a Criança

não é um Ser Humano, pleno de Esperança,

que ninguém tem direito de matar?...

 

Mariazinha

publicado por adavviseu às 22:20

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3 comentários:
De M.luisa a 3 de Novembro de 2006 às 16:56
De um momento de loucura
De um momento de paixão
Eu sou a testemunha
Dessa união

Porque me rejeitas?
porque me queres negar,
Momento tao lindo
Que foi me gerar

porque não me aceitas
porque queres matar
O presente mais bonito
AMAR

Vais apagar-me do mundo
Ao mundo não me vais mostrar
Vais colar-me no teu coraçao bem fundo
De mim jamais te vais libertar

Aminha morte, te perdoo
E consigo imaginar
O amor que por mim tinhas
Mas foste incapaz de aceitar

Teu amor por mim será
O teu maior tormento
Desculpa Mãe
Nao queria para ti,tal sofrimento
De JD a 4 de Novembro de 2006 às 16:02
Este texto poético levou-me a escrer algo sobre esta realidade crua!
Penso que só existe quando as pessoas (os pais, ambos) se sentem abandonados!
Urge portanto iniciativas de acompanhamento e apoio à vida, na pessoa dos pais que o são sem desejarem mas que o devem ser, para experimentarem o dom da paternidade!

Loucura irreflectida

Num momento de loucura
Concretizando a paixão
Eu também sou testemunha
Do êxtase dessa união.

Por que me rejeitais assim?
Por que razão sou negado?
Não sentis lindo o momento
Em que por vós fui gerado?

Por que não me aceitais?
Por que me quereis matar?
Não serei eu um presente
Que, com vida, farei amar!?

Apagar-me-eis do mundo.
A ele, não me ireis mostrar!
Ficarei escondido no fundo
De vossos corações, a palpitar.

Viverei contigo, com ele;
Caminharei sem cessar.
Em memória viverei.
Não poderei dela abortar

Vos perdoo a minha morte
Pois sei que com o tempo,
O amor por mim viria,
Extinguindo esse tormento.

Assim, comigo morto
Em vossas vidas, mãe e pai,
Será grande o sofrimento!
Por isso grito: -Desculpai!
JD/Nov2006
De Anónimo a 4 de Novembro de 2006 às 23:38
Por cada aborto que se faça
Não é só uma criança que morre!
É uma mulher, que fica marcada....
Que um triste dia, traçou a sua sorte

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