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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006

Depois... Imaginando um apelo!

Mamã, não tinha que ser!

««««««««««««««««««««««««« 

Mamã

Não tinha que ser

Porque eu

Indesejado

Doente

Ou deformado

Queria tanto viver

 

Com teu amor

Tua luz

Sem fome

Do teu carinho

E de mão dada

A Jesus

Tão feliz

Eu ia ser

 

Perdoo-te

Mamã

Mas não…

Não tinha que ser!

 

Nita Ferreira

publicado por adavviseu às 22:03

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2 comentários:
De Mª de Lurdes a 5 de Novembro de 2006 às 21:18
Este poema é lindo! já há dias que o li e não me esqueceu mais. Lembra-me a gravidez e o nascimento dos meus filhos. Este "mamã" mexe com o coração, com aquilo que sentimos ao ter dentro de nós um novo ser. Não há palavras para o descrever. Mas mais do que isso faz-me lembrar os seus sorrisos, o choro, as noites mal dormidas, o "colinho", os nossos pequeninos com a cabecinha encostada ao nosso ombro, ás vezes a gemer, outras a suspirar. Lembra-me o abandono, o dormir tranquilo, as "perninhas" a mexer, os sorrisos "marotos", os "grrr..."
Apesar de eu ser uma pessoa insatisfeita, parece que quero sempre mais qualquer coisa, sou feliz, tenho uma vida agradável, tranquila, mas essa vida tive-a sempre mais coisa menos coisa, nada de ser "menina bem", sempre tive que trabalhar para ter a vida que tenho. Mas há algures na ninha vida, uma mudança profunda, eu tive um filho, 2 , 3 e mais poderão vir, porque foi a partir daí que fiquei definitivamente rica , cresci tanto que me sinto por vezes a "super-mulher" capaz de "correr, saltar, ultrapassar tudo e todos" por "ELES". Lembro através da escrita e da minha memória cada momento que eles me dão e no passar dos dias, daqueles dias ditos normais, da vida normal, eu sou mais feliz hoje do que ontem (antes deles estarem aqui) e essa felicidade é imensa, mesmo que eles não correspondam muitas vezes ao que queremos deles (como nós o não fizemos com os nossos pais) Eles fazem-me feliz apenas porque existem, porque vivem e são um pouco meus, cada vez menos meus (crescem tão depressa, neste momento já não há fraldas cá em casa, mas como as desejo outra vez..) mas sempre um pouquinho meus, porque lhes dei "colinho". Mãe como é que tu cantavas quando eu estava doente?? perguntam eles e eu sento-me, abraço-os e embalando-os canto-lhes aquela canção "Dorme, dorme meu menino que a mãezinha logo vem......
E mais diria..mas eles já chamam por mim...
Mª de Lurdes
De PM a 6 de Dezembro de 2006 às 20:52
Maria de Lurdes és o máximo, as tuas palavras tocam-me como sempre. Continua assim.
Obrigado

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