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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006

"IVG" vs ABORTO - Parte III

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INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA

DA GRAVIDEZ vs ABORTO

 

Muito mais se poderia dizer acerca desta temática, penso contudo que, com as reflexões que aqui fiz, podemos chegar a algumas conclusões:

 

1ª - O problema do aborto e todo o drama que lhe está subjacente, não fica resolvido nem de perto nem de longe, com a alteração da lei ou quer se mantenha a actual, se concomitantemente não forem tomadas medidas a montante a nível de planeamento familiar, educação sexual, etc. Devemos apostar na prevenção e não na profilaxia;

2ª - A despenalização da IVG até às dez semanas, nem é restritiva nem é revolucionária, é assim mesmo, porque o efeito de ser às dez ou doze semanas é rigorosamente o mesmo, não há mais vida para além da IVG ou estou enganado! Isto é o mesmo que dizer a um réu condenado à pena de morte e vê a execução da mesma ser antecipada por duas ou três semanas, apenas lhe poderão reduzir o tempo de angústia, o efeito é o mesmo, o termo da sua vida;

3ª - A Europa como a conhecemos hoje, está descaracterizada e desprovida de alguns valores que não só devem nortear qualquer civilização, como são os pilares da mesma, vive-se uma profunda crise social, ética, moral, etc., como já não se via há muitas décadas.

Fomos um dos primeiros países a abolir a pena de morte e não foi por causa disso que passámos a ser um dos países mais desenvolvidos do mundo; não vai ser pelo facto de alterarmos a lei existente quanto à IVG, que deixamos de ser um dos países menos desenvolvidos e “atrasados” da Europa.

Aliás se perguntarmos a um antropólogo, sociólogo, economista ou politico o que eles entendem por desenvolvimento, obteríamos de certeza as respostas mais díspares possíveis.

O nosso problema é estrutural, nós até temos boas pessoas e boas leis, só que ao longo dos quase 950 anos que levamos como nação/estado de reconhecido direito, nunca fizemos as melhores opções, salvo em raras excepções e nessa altura damos mostra que somos tão bons como os outros.

 

Falar claro sobre esta problemática, sem demagogias de parte a parte, é o que se pretende, sendo certo que aconteça o que acontecer, terá que haver consequências, sob pena de, daqui a mais oito ou dez anos estarmos a falar do mesmo.

 

PS – A Sr.ª Deputada Odete Santos, disse numa intervenção que teve na AR acerca deste assunto, que mais uma vez o problema ia ser discutido na praça pública. Convém os eleitos não dizerem mal dos que os elegem ou passarem atestados de menoridade, pois a legitimidade que lhes é conferida não lhes dá o direito de serem indelicados para quem os “sustenta” no poder, alguns quase de forma eterna. Contradições da democracia. Como alguém dizia “O poder de Roma não está no mármore do Senado, mas na areia do Coliseu”.

 

 

J. Luís Antunes

 

publicado por adavviseu às 19:39

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2 comentários:
De Angela Almeida a 24 de Outubro de 2006 às 16:01
Sem dúvida que após a leitura atenta destes 3 post's a VIDA é uma certeza que temos de defender, apoiar e dignificar desde o primeiro instante ao último suspiro. Obrigado por estas reflexões que me vieram interpelar com mais força para agarrar a VIDA. Parabéns Zé Luis.
De Antonio Faure a 29 de Outubro de 2006 às 19:51
«Fomos um dos primeiros países a abolir a pena de morte e não foi por causa disso que passámos a ser um dos países mais desenvolvidos do mundo; não vai ser pelo facto de alterarmos a lei existente quanto à IVG, que deixamos de ser um dos países menos desenvolvidos e “atrasados” da Europa.»

De facto tem razão. : Não só estivemos na linha da frente quanto à abolição da pena de morte mas também na luta contra a escravatura quando muitos países “avançados” e ideólogos "esclarecidos" a defendiam e mantinham.
Por isso a pergunta pode ser formulada ainda noutro contexto: Será que fizemos bem em estar na linha da frente na defesa destes Direitos Humanos? Será que por essa atitude de não alinhamento com interesses imperialistas mundiais fomos retrógrados e conservadores?

O Direito à Vida é o primeiro de todos os direitos porque alicerce de todos os outros.
Por isso o próximo Referendo pode ser um ponto histórico de inversão no percurso aparentemente ascendente da Cultura de Morte. Assim saibamos esclarecer os nossos concidadãos e votar. Para que Portugal possa, ao menos neste campo, voltar de novo à linha da frente dos Países mais evoluídos

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